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ECONOMIA, DÍLI

Conservar os recursos marinhos é objetivo do Programa Nacional ‘Ha´u Nia Tasi Ha´u Nia Timor’

Conservar os recursos marinhos é objetivo do Programa Nacional ‘Ha´u Nia Tasi Ha´u Nia Timor’

Lançamento do Programa Nacional Ha’u Nia Tasi Ha'u Nia Timor (Meu Mar, Meu Timor), na Ponte B.J. Habibie em Bidau Santa Ana, Díli. Foto da Tatoli/António Daciparu

DÍLI, 21 de novembro de 2023 (TATOLI) –Preservar os recursos marinhos para uma economia sustentável e um ambiente equilibrado é objetivo declarado no lançamento do Programa Nacional Ha’u Nia Tasi Ha’u Nia Timor (Meu Mar, Meu Timor), na Ponte B.J. Habibie em Bidau Santa Ana, Díli.

O Ministro Coordenador dos Assuntos Económicos, Turismo e Ambiente, Francisco Kalbuadi, informou que este programa é uma iniciativa para sensibilizar o público sobre as áreas marítimas tidas como consideradas prioritárias para a elaboração de uma política de economia azul no apoio a um crescimento económico sustentável, bem como à conservação e preservação da biodiversidade marinha no país.

Segundo o ministro, o programa visa também reforçar a estratégia de “preservação e valorização dos recursos naturais e da biodiversidade, a fim de salvaguardar o ambiente terrestre e marítimo para um desenvolvimento económico sustentável do país”.

Francisco Kalbuadi afirmou ainda que esta política exige esforços coletivos e dinâmicos das partes interessadas do setor público, especificamente dos ministérios da Agricultura, Pecuária, Pesca e Florestas, do Ambiente, dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, do Petróleo e Recursos Minerais, da Administração Estatal, da Defesa e do Interior, a fim de assegurar o desenvolvimento sustentável da economia azul.

O Governante referiu ainda que este programa tem como objetivo dinamizar o setor do turismo para atrair visitantes e aumentar a promoção de produtos e ofertas no domínio do turismo náutico e do ecoturismo.

Por sua vez, o Ministro Coordenador dos Assuntos Sociais, do Desenvolvimento Rural e da Habitação Comunitária, Mariano Assanami Sabino, aconselhou o público a proteger a biodiversidade marinha para contribuir para a economia do país: “Temos de promover e proteger os nossos mares, os nossos recursos marinhos e a nossa biodiversidade para proporcionar uma economia sustentável”.

A economia azul, recorde-se, engloba um conjunto de atividades relacionadas com a pesca, a aquicultura, o turismo azul, a construção naval, as energias renováveis no mar, a biotecnologia azul, a robótica marinha, modos de utilização dos portos e transportes marítimos, entre outras possibilidades.

Diz-nos o Wikipédia que a economia azul pode ser vista como “uma lente através da qual se pode ver e desenvolver uma agenda política que simultaneamente melhore a saúde dos oceanos e o crescimento económico, de uma forma consistente e respeitando os princípios da equidade e da inclusão social”. Na atualidade, a economia azul gera mais de 5,5 milhões de empregos e angaria mais de 500 mil milhões de dólares anualmente.

Notícia relacionada: Nações de ilhas e arquipélagos querem fomentar economia azul

Jornalista: Afonso do Rosário

Editora: Isaura Lemos de Deus

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