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HNGV apoia 323 mães com problemas de aleitamento materno

HNGV apoia 323 mães com problemas de aleitamento materno

Coordenadora do Centro de Aconselhamento de Aleitamento Materno da Fundação Alola, Amélia Amaral Soares.

DÍLI, 04 de julho de 2022 (TATOLI) – O Centro de Aconselhamento de Aleitamento Materno do Hospital Nacional Guido Valadares (HNGV) disponibilizou apoio médico a 323 mães com problemas de aleitamento materno.

A Coordenadora do Centro de Aconselhamento de Aleitamento Materno da Fundação Alola, Amélia Amaral Soares, afirmou que os profissionais de saúde apoiaram mães em altura de aleitamento, designadamente na prevenção de eventuais males via contato pele a pele entre mãe e filho (por exemplo, sangramentos) e aconselhamento específico na primeira fase de amamentação exclusiva.

“Partilhamos informações sobre a importância do aleitamento materno, em exclusividade, nos primeiros seis meses e respetiva continuidade até aos dois anos de vida da criança”, afirmou a dirigente, na sequência da comemoração da Semana Mundial do Aleitamento Materno, que decorre entre 01 e 07 de agosto, em Bidau, Díli.

Amélia Soares referiu ainda que os médicos desaconselham o uso de leite artificial aos bebés nos primeiros seis meses de vida.

“Registamos, entre janeiro e julho, cerca de 15 mães a quem os médicos recomendaram o uso de leite em pó”, lamentou.

Recorde-se que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF, em inglês) criaram, entre 2016 e 2017, o “Hospital Amigo da Criança”, contudo apenas cerca de 5% das mães acederam ao mesmo.

O objetivo da criação deste hospital foi garantir a amamentação como fonte exclusiva de alimento infantil para proteger a saúde dos bebés e assegurar um vínculo emocional adequado com a mãe logo após o nascimento.

Esta organização internacional quer atingir uma meta de até 50% de amamentação exclusiva em 2025.

Para o efeito, a OMS aponta alguns marcos importantes, entre eles a implementação de legislação que limite a substituição do leite materno por outros produtos; a sensibilização para os benefícios do leite materno; a autorização de concessão de licenças de maternidade às mães até aos seis meses de idade dos bebés por parte dos empresários, e a atenção, por parte dos profissionais de saúde, às necessidades específicas das mães e seus bebés.

Notícia relevante: OMS recomenda aleitamento materno até aos dois anos

Jornalista: Isaura Lemos de Deus

Editora: Maria Auxiliadora

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