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Timor-Leste lança Portal para combater desinformação nas redes sociais

Timor-Leste lança Portal para combater desinformação nas redes sociais

O CI, a Secretaria de Estado da Comunicação Social, a UNESCO e a Equipa da Aliança de Verificação de Factos em Timor-Leste lançaram hoje um novo website destinado a combater informações falsas veiculadas nas redes sociais. Foto da Tatoli/Francisco Sony

DÍLI, 4 de dezembro 2025 (TATOLI) – O Conselho de Imprensa (CI), a Secretaria de Estado da Comunicação Social, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) e a Equipa da Aliança de Verificação de Factos em Timor-Leste lançaram hoje um novo website destinado a combater informações falsas veiculadas nas redes sociais.

Segundo o Presidente do CI, António Cesar Mali, o lançamento do website https://verifikafaktus.tl/ visa combater a desinformação e a propagação de notícias falsas em Timor-Leste. “Vivemos numa era digital em que a informação se espalha rapidamente, tornando mais fácil o acesso a mensagens, opiniões e notícias. Mas sabemos que nem tudo é verdadeiro, muitas vezes circulam informações falsas e manipuladas”, disse o dirigente.

O Presidente do CI, António Cesar Mali. Foto da Tatoli

António Cesar Mali explicou que a Equipa da Aliança de Verificação de Factos em Timor-Leste envolve jornalistas, sociedade civil, organizações juvenis, estudantes universitários e também todos os indivíduos que desejam lutar para combater a desinformação.

O dirigente informou que, em cooperação com a UNESCO em Jacarta, a formação para verificadores de factos foi alargada a jornalistas, membros de associações, sociedade civil, organizações juvenis e académicos de oito universidades, tendo sido concluída por cerca de 400 pessoas, demonstrando um compromisso coletivo com a integridade da informação.

Por sua vez, o Secretário de Estado da Comunicação Social, Expedito Dias Ximenes, afirmou que, numa era em que a informação circula mais rápido do que é possível verificá-la, a Inteligência Artificial (IA) pode acelerar a produção e distribuição de conteúdos. Contudo, referiu que a IA traz também riscos: “A desinformação espalha-se mais rapidamente. Vídeos deepfake, áudios e fotografias falsificados, e textos automatizados podem influenciar a opinião pública, destruir reputações, afetar o processo democrático e ameaçar a estabilidade social”, disse.

O governante afirmou que a equipa de verificação de factos tem as seguintes funções: garantir a precisão da informação e assegurar que o público receba conteúdos verificados e de fontes fiáveis; promover a literacia digital, sensibilizar os cidadãos para distinguirem notícias verdadeiras de falsas e tornarem-se utilizadores críticos; e reforçar a confiança, bem como garantir a credibilidade dos media e a legitimidade das instituições.

Notícia relacionada: Comunicação na era das redes sociais e da plataforma tecnológica é tema da formação

Jornalista: Ivonia da Silva

Editora: Isaura Lemos de Deus

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