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Janeiro marca o regresso de voluntários da Peace Corps a Timor-Leste 

Janeiro marca o regresso de voluntários da Peace Corps a Timor-Leste 

Imagem do Google.

DÍLI, 08 de dezembro de 2022 (TATOLI) – O próximo mês de janeiro marca a vinda de voluntários da Peace Corps, do Governo norte-americano, a Timor-Leste depois de uma ausência prolongada causada pela pandemia da covid-19. São, concretamente, 25, para ministrarem formação em língua inglesa a professores em Bobonaro, Ermera e Liquiçá e cooperarem no apoio ao desenvolvimento local.

É, pelas suas características, uma experiência de ajuda mútua. O Diretor Nacional da Peace Corps, Jamie Fouss, afirmou que os voluntários, além de ensinarem inglês, vão passar a viver com as comunidades nos municípios referidos para aprenderem a língua e a cultura timorenses.

“Os voluntários vão trabalhar em dois projetos, um, a formação de língua inglesa para os professores e, outro, o apoio ao desenvolvimento económico comunitário”, afirmou à Tatoli o diretor da organização.

Jamie Fouss agradeceu aos voluntários internacionais e nacionais por contribuírem para melhorar a vida das comunidades. “É uma boa ação os voluntários ajudarem o país. Têm ideias criativas para auxiliar o povo timorense”.

O diretor sugeriu aos timorenses que aproveitassem a presença dos voluntários para ganharem experiência e competências, sobretudo na elaboração de planos e na concretização de ideias.

A Peace Corps é uma organização norte-americana, não-política e não-religiosa, que trouxe voluntários para Timor-Leste para serem colocados nos municípios e trabalharem com as comunidades em projetos de desenvolvimento.

Os voluntários do Peace Corps estão presentes em Timor-Leste desde 2002. Devido à crise de 2006 foram evacuados, mas regressaram em 2015 e desde então, com uma interrupção iniciada em 2020, têm marcado presença em vários projetos comunitários.

Em 2020, por causa da pandemia, os voluntários foram novamente evacuados para os Estados Unidos e estava planeado que regressassem no próximo ano.

De acordo com dados, de 2002 a 2020, trezentos voluntários foram colocados nos centros de formação da juventude em nove municípios do país, exceto Lautém, Viqueque, Oé-Cusse e Covalima.

Jornalista: Jesuína Xavier

Editora: Maria Auxiliadora

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