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PNTL detém quatro estudantes da Escola Secundária São José Operário

PNTL detém quatro estudantes da Escola Secundária São José Operário

PNTL detém quatro estudantes da Escola Secundária São José Operário.

DÍLI, 06 de outubro de 2020 (TATOLI) – O Comandante da Esquadra Policial de Vera Cruz, em Díli, recebeu hoje o mandado de detenção de quatro alunos da Escola Secundária São José Operário, em Balide, Díli, por alegadamente terem agredido fisicamente Cejarmino Moy da Silva, de 16 anos, estudante da Escola Cristal.

Segundo o comandante da Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL), o Superintendente Euclides Belo, a agressão física é considerada um crime público, pelo que a PNTL encaminhará o processo para o Ministério Público.

“Os quatro suspeitos estão agora sob investigação, uma vez que recai neles fortes suspeitas de que terão cometido a agressão física contra a vítima. A PNTL considera este um crime público, na medida em que os alegados autores da agressão resolveram divulgar as imagens na rede social Facebook”, disse Euclides Belo, aos jornalistas, na esquadra da PNTL, em Caicoli.

O comandante da PNTL acrescentou que, no futuro, a PNTL se coordenará com os professores dos estabelecimentos de ensino Cristal e de São José Operário e com os encarregados de educação no sentido de promoverem ações de divulgação de informação junto dos professores e estudantes.

Já a mãe da vítima, Serafina Verónica Moy, manifestou a sua insatisfação pelo facto  de ter sido divulgada no Facebook a filmagem da agressão ao seu filho, que ficou entretanto com trauma, condicionando a sua ida à escola.

Serafina Moy considerou ainda que a agressão levada a cabo pelos quatro jovens estudantes constitui um crime.

“Como mãe, sinto uma enorme tristeza, pois bateram cobardemente no meu filho ao ponto de publicarem  um vídeo na rede Facebook”, lamentou.

A mãe da vítima afirmou ainda que, apesar de se ter coordenado com a família dos suspeitos para se chegar a um entendimento, a verdade é que a PNTL decidiu avançar com a investigação, pois considera o ato um crime público.

Jornalista: Eugénio Pereira

Editor: Francisco Simões

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