DÍLI, 8 de julho de 2026 (TATOLI) – O Presidente da República (PR) de Portugal, António José Seguro, deslocou-se, esta terça-feira, à Embaixada da Venezuela em Lisboa para assinar o livro de condolências aberto na sequência dos graves sismos que atingiram aquele país.
Durante a visita, o Chefe de Estado português reuniu-se com a Embaixadora da Venezuela em Lisboa, Mary Flores, a quem transmitiu a solidariedade de Portugal para com o povo venezuelano, lamentando os milhares de vítimas mortais e os feridos provocados pela catástrofe, incluindo cidadãos portugueses e lusodescendentes.
Numa mensagem deixada no livro de condolências, António José Seguro afirmou acompanhar “com a mais profunda consternação e tristeza” as consequências dos sismos, manifestando solidariedade às famílias afetadas pela tragédia.
“Quero exprimir, em meu nome e em nome do povo português, o apoio e a solidariedade com o povo venezuelano, muito em particular com as famílias das vítimas desta tragédia, a quem dirigimos, através de Vossa Excelência, o nosso mais profundo pesar”, escreveu o Presidente da República, num documento a que a Tatoli teve acesso.
O Chefe de Estado português deixou ainda votos de rápidas melhoras aos feridos e manifestou esperança de que as operações de busca, socorro e localização em curso possam trazer “boas notícias” nos próximos dias.
Recorde-se que Portugal tinha enviado, no início deste mês, uma equipa de socorro para a Venezuela, composta por 64 operacionais da Força Operacional Conjunta Portuguesa, incluindo elementos da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da Guarda Nacional Republicana e equipas de emergência médica, na sequência dos sismos que atingiram o país.
O Governo português decretou também, no passado dia 1 de julho, um dia de luto nacional pelas vítimas dos sismos na Venezuela, homenageando os cidadãos portugueses e lusodescendentes que perderam a vida na tragédia.
Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, os sismos provocaram mais de 3.500 mortos, incluindo 100 cidadãos portugueses ou lusodescendentes, enquanto 59 cidadãos nacionais permanecem desaparecidos.
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Equipa da Tatoli




