DÍLI, 22 de setembro de 2025 (TATOLI) – Os professores que sofrem de doenças prolongadas vão passar a receber pensões de invalidez no próximo ano, revelou o Diretor Nacional de Recursos Humanos do Ministério da Educação (ME), João Amaral.
Segundo o responsável, o ME já identificou 258 docentes com doenças crónicas: 55 em Díli, 39 em Baucau, 30 em Liquiçá, 29 em Bobonaro, 28 em Covalima, 19 em Manufahi, 18 em Manatuto, 11 em Aileu, nove em Viqueque, oito em Ainaro, seis em Oé-Cusse, três em Lautém e três em Ermera.
“Para os professores com doenças prolongadas, que tenham mais de 65 anos, a reforma será obrigatória em janeiro de 2026, tal como os outros. No entanto, quem tiver menos de 65 anos, não é obrigado a aposentar-se, mas segue com o processo para atribuição da pensão de invalidez”, explicou João Amaral.
O responsável salientou que, em Liquiçá, 22 docentes nesta situação já submeteram os seus documentos ao ME a pedir o subsídio.
Recorde-se que a pensão de invalidez é um benefício concedido aos trabalhadores que se encontram em situação de incapacidade permanente e definitiva para o trabalho, seja por doença ou acidente.
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Jornalista: Ivonia da Silva
Editora: Isaura Lemos de Deus




