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Abertas candidaturas para trabalhar na Nova Zelândia

O Secretário de Estado da Formação Profissional e Emprego, Rogério Mendonça, falou na conferência de imprensa sobre o início do recrutamento dos trabalhadores timorenses para trabalhar na Nova Zelândia. Foto da Tatoli/Francisco Sony

DÍLI, 08 de setembro de 2025 (TATOLI) – A Secretaria de Estado da Formação Profissional e Emprego (SEFOPE) deu hoje início ao processo de candidaturas online para os timorenses que interessados em trabalhar na Nova Zelândia, ao abrigo do Programa Recognised Seasonal Employer (RSE). As candidaturas estão abertas de 08 a 12 de setembro.

“Os jovens devem aproveitar esta oportunidade, demonstrando as suas competências, qualificações e capacidade de resposta às exigências do mercado de trabalho neozelandês”, disse o Secretário de Estado da tutela, Rogério Mendonça, em Díli.

O Governante acrescentou que os contratos terão a duração de seis a sete meses, com possibilidade de extensão gradual, seguindo o modelo de cooperação já existente com a Austrália.

Por sua vez, o Diretor Nacional de Emprego no Estrangeiro da SEFOPE, João Correia Pereira, explicou que o Programa RSE foi criado para responder às necessidades de mão-de-obra sazonal nos setores da horticultura e viticultura da Nova Zelândia, enquanto cria oportunidades temporárias de emprego para trabalhadores dos países parceiros do Pacífico, incluindo Timor-Leste.

Segundo o responsável, podem concorrer àquelas vagas jovens com 21 anos ou mais, que apresentem a proficiência em língua inglesa.

Os candidatos devem ter digitalizações, em formato PDF e a cores, de passaporte com validade mínima de seis meses, do Certificado de Registo Criminal com tradução para inglês, do Certificado de proficiência em inglês; do Cartão de Evidência emitida pela SEFOPE, do Bilhete de Identidade, do Cartão de Eleitor, do Certificado de vacinação contra a covid-19, da Certidão de nascimento e de fotografia de corpo inteiro. A Carta de Condução poderá ser anexada como documento complementar.

Os candidatos devem estar fisicamente aptos e prontos para realizar trabalhos exigentes como colheitas, transporte de cargas e tarefas repetitivas. Devem também estar preparados para enfrentar temperaturas entre os 7°C no inverno e os 34°C no verão.

Depois de os trabalhadores terem cumprido a duração do contrato devem regressar obrigatoriamente a Timor-Leste, antes de poderem ser elegíveis para um novo contrato.

As áreas de trabalho oferecidas atualmente a Timor-Leste limitam-se aos setores da horticultura e viticultura, com um mínimo de 30 horas semanais ou 120 horas por mês, e um salário mínimo de 23,15 dólares neozelandeses por hora (cerca de 13,68 dólares americanos).

As candidaturas devem ser efetuadas exclusivamente online, através do portal oficial:
👉 https://timorleste.pacificlabour.org/register

Os candidatos já registados no sistema PALM não poderão submeter candidatura online ao RSE. Em alternativa, poderão enviar uma carta de manifestação de interesse para o e-mail:
enquiries.lsu.tl@gmail.com.

Notícia relacionada: Formalizado acordo com Nova Zelândia para recrutamento de trabalhadores sazonais

Jornalista: Ivonia da Silva

Editora: Isaura Lemos de Deus

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