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Ministério da Saúde e UNFPA apresentam guião nacional para reduzir mortalidade materno-infantil

Ministério da Saúde e UNFPA apresentam guião nacional para reduzir mortalidade materno-infantil

Ministério da Saúde e UNFPA apresentam o guião nacional de Cuidados Pré e Pós-natais.

DÍLI, 12 de dezembro de 2022 (TATOLI) – O Ministério da Saúde e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA, em inglês) apresentaram hoje o guião nacional de Cuidados Pré e Pós-natais para reduzir a mortalidade materna e infantil no país.

O Vice-Ministro da Saúde, Bonifácio Mau Coli dos Reis, informou que o ministério continua a esforçar-se para reduzir as taxas de mortalidade materna e infantil.

“O guião pretende orientar os profissionais de saúde a fornecer cuidados às grávidas com base nas suas necessidades. Temos um compromisso de reduzir as taxas de mortalidade materna e infantil e, por isso, precisamos de melhorar os cuidados pré-natais e intraparto para que possamos fornecer uma qualidade de atendimento nos serviços de saúde”, afirmou o governante, no Salão Oca, Díli.

Segundo Bonifácio Mau Coli dos Reis, as grávidas são obrigadas a fazer consultas nos centros de saúde quatro vezes durante o período de gravidez, devendo também dar à luz nas unidades de saúde.

“Quando acontecerem complicações nas áreas rurais, é difícil salvar a vida das mães e dos filhos devido à distância entre as casas dos pacientes e os centros de saúde”, disse Bonifácio Mau Coli dos Reis.

Refira-se que o Serviço de Planeamento Familiar contribui com 30% para a redução da mortalidade materno-infantil.

A este propósito, a Representante do UNFPA em Timor-Leste, Pressia Arifin-Cabo, recordou que o fundo trabalhou em parceria com o Ministério da Saúde para elaborar este guião a fim de garantir a qualidade de serviço nos cuidados de saúde.

“Temos de assegurar que todos as pessoas seguem este guião. Embora as grávidas recebam os tratamentos, Timor-Leste ainda regista uma taxa de mortalidade materna superior na região do Sudeste Asiático. Isto significa que os cuidados ainda são insuficientes e, por isso, precisamos de produzir este guião para que, com os profissionais de saúde bem informados, possamos assegurar uma vida saudável durante o período do parto”, acrescentou Pressia Arifin-Cabo.

A UNFPA e o ministério continuam a apoiar a implementação desta política através da promoção de ações de formação aos profissionais de saúde e do fornecimento dos equipamentos necessários de modo a assegurar o serviço de planeamento familiar a todo o território.

“De acordo com um relatório de 2020, 68% das mães que receberam cuidados de saúde foram vítimas mortais, o que significa que os cuidados neo e pós-natais ainda são insuficientes”, concluiu.

Jornalista: Isaura Lemos de Deus

Editora: Maria Auxiliadora

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