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Timor-Leste quer ser resiliente às alterações climáticas

Timor-Leste quer ser resiliente às alterações climáticas

Secretário de Estado do Ambiente, Demétrio do Carvalho de Amaral.

DÍLI, 17 de novembro de 2022 (TATOLI) – O Secretário de Estado do Ambiente, Demétrio do Amaral, sublinhou que Timor-Leste quer ser um país resiliente aos impactos negativos das alterações climáticas.

“Queremos ser um país resiliente às mudanças climáticas. Por isso, insistimos que os países industrializados que mais poluem a atmosfera devem ter uma maior contribuição para o mecanismo ambiente global. Deste modo, serão criadas melhores condições para os países vulneráveis na busca de mitigar e solucionar os efeitos das mudanças climáticas”, afirmou, no Acait, Díli.

Na 27.ª Conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas (COP27) no Egipto, os países nórdicos comprometeram-se a contribuir com 30 milhões de dólares americanos para o fundo global, visando apoiar os países pequenos e insulares para que estes sejam mais resilientes às alterações climáticas.

Este ano, Timor-Leste vai receber um fundo adicional do mecanismo global para lidar com desastres naturais num valor entre um e três milhões de dólares para a aquisição de equipamentos de meteorologia, bem como um orçamento adicional, disponibilizado pelo Fundo Climático Verde, no valor de 21,4 milhões para apoiar um projeto de deteção precoce de desastres naturais.

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Demétrio Amaral salientou a importância de reforçar o sistema meteorológico nacional para apoiar o Governo na previsão do tempo, pois atualmente Timor-Leste não dispõe de equipamentos sofisticados para aquele efeito.

O chefe da delegação de Timor-Leste na COP27 informou que, desde 2019, o país recebeu 55 milhões de dólares americanos do Fundo Climático Verde para ajudar o Governo na implementação de três projetos que visam aumentar a resiliência às alterações climáticas.

Os projetos em apreço foram a construção de algumas infraestruturas resilientes a mudanças climáticas nas zonas rurais e um sistema de deteção precoce de desastres naturais, no valor de 44 milhões de dólares, bem como um programa de conservação da água e de agroflorestação, implementado pelo Ministério da Agricultura e Pescas e pela Agência de Cooperação Internacional do Japão, no valor de 10 milhões de dólares.

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Jornalista: Afonso do Rosário

Editora: Maria Auxiliadora

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