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Ex-jornalistas devolvem carteira profissional ao Conselho de Imprensa

DÍLI, 08 de setembro de 2022 (TATOLI) – O Conselho de Imprensa (CI) avançou com a informação de que vários jornalistas, nomeadamente 66, optaram recentemente por abandonar a carreira na comunicação social. Destes, cinco já devolveram a carteira profissional ao CI.

De entre as principais razões para o abandono da profissão estão as oportunidades de trabalho na função pública, fora do âmbito do jornalismo ou comunicação social, que surgiram e que foram concretizadas para aqueles profissionais, esclareceu Virgílio Guterres, Presidente do CI.

“Atribuímos a carteira profissional a 356 jornalistas de vários órgãos de comunicação social, no entanto, 66 deles trocaram de profissão e, uma boa parte, está a trabalhar na função pública. Temos, por isso, atualmente 295 jornalistas no ativo”, afirmou o Presidente à Tatoli, em Quintal Boot.

Aproveitando a oportunidade, o responsável lembrou que a Direção de Desenvolvimento e Monitorização da Média continua a receber inscrições para que os profissionais da área, após um estágio profissional concluído com sucesso, possam receber a carteira profissional.

Note-se que para aceder à carreira jornalística, um licenciado em Comunicação Social tem de estagiar durante seis meses num dos órgãos de comunicação social. Já para um licenciado em outras áreas, a duração do estágio sobe para um ano e para um aluno com o ensino secundário completo, o estágio é de 18 meses.

De acordo com o artigo 16.º da lei da Comunicação Social, o estágio profissional consiste numa estadia temporária numa instituição que permita ou potencie o aprofundamento de conhecimentos técnicos e linguísticos do estagiário, visando dotá-lo de saberes sobre o regime jurídico da comunicação social, os direitos e deveres de natureza legal e a ética própria da profissão de jornalista.

O artigo refere ainda que o estágio é composto por uma componente prática e uma teórica, sob a orientação de um jornalista com mais de cinco anos de experiência na profissão. A lei prevê ainda que o estagiário pratique “redação, coordenação, escolha de títulos, integração, correção ou coordenação de matéria a ser divulgada na comunicação social”.

Jornalista: Jesuína Xavier

Editora: Maria Auxiliadora

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