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Centro Cultural da Indonésia prepara pessoas com deficiências para provas de equivalência académica

Centro Cultural da Indonésia prepara pessoas com deficiências para provas de equivalência académica

Centro Cultural da Indonésia prepara pessoas com deficiências para provas de equivalência académica. Imagem Tatoli/Francisco Sony.

DÍLI, 11 de julho de 2022 (TATOLI) – O Centro Cultural da Indonésia em Timor-Leste disponibiliza formação em língua indonésia a 29 membros da Asosiasaun Halibur Defisiénsia Matan Timor-Leste (AHDMTL) para realizarem provas de equivalência académica.

O Embaixador da Indonésia em Timor-Leste, Okto Dorinus Manik, disse que a embaixada se comprometeu a apoiar pessoas com deficiências que têm vontade de aprender, para realizar provas de equivalência académica em Kupang, Indonésia.

“Esperamos que a formação seja útil. Disponibilizamos a formação em língua indonésia com vista a apoiar a compreensão das provas de equivalência ao 12.o ano para pessoas com deficiências, em Kupang,”, afirmou o diplomata.

Embaixador da Indonésia em Timor-Leste, Okto Dorinus Manik. Imagem Tatoli/Francisco Sony.

O Embaixador garantiu ainda que vai ajudar o Ministério da Educação, Juventude e Desporto a trazer professores de Kupang para apoiar nas provas de equivalência a pessoas com deficiências que tenham esse interesse.

A Vice-Ministra da Solidariedade Social e Inclusão, Signi Verdial, agradeceu, por sua vez, ao Embaixador da Indonésia por apoiar pessoas com deficiências contribuindo para uma educação inclusiva, pois, atualmente, apenas cerca de 15% das pessoas com aquele perfil têm acesso a uma educação formal.

“Queremos que o número de pessoas com deficiências e com acesso à educação possa chegar aos 50% com o apoio da Embaixada da Indonésia”, desejou.

Já o Adido da Educação da Embaixada da Indonésia, Ikhfan Haris, informou  que esta  formação se realiza duas vezes por semana, durante três meses.

O adido adiantou ainda que 25 instituições de ensino superior da Indonésia disponibilizam bolsas de estudo para timorenses, incluindo pessoas com deficiências.

“Pessoas com deficiência podem concorrer, por exemplo a universidade pública em Surabaia oferece bolsas sobre educação inclusiva”, disse.

O representante da AHDMTL, Gabriel de Sousa, agradeceu, por seu turno, à Embaixada da Indonésia, esperando que este apoio  continue no próximo ano, já que a maioria das pessoas com deficiências não tem acesso a uma educação formal.

O responsável, concluindo, pediu aos formandos que aproveitem a formação para que a embaixada ofereça mais oportunidades a outros beneficiários.

Notícia relevante: Pessoas com deficiências vão realizar provas de equivalência em Timor-Leste

Jornalista Jesuína Xavier

Editora: Maria Auxiliadora

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