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Equipas técnicas discutem orçamento para recenseamento eleitoral no estrangeiro 

Equipas técnicas discutem orçamento para recenseamento eleitoral no estrangeiro 

Diretor-Geral do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), Acilino Manuel Branco.

DÍLI, 31 de agosto de 2021 (TATOLI) – O Diretor-Geral do Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE), Acilino Manuel Branco, disse hoje que as equipas técnicas continuam a discutir o valor total do orçamento previsto para a realização do recenseamento eleitoral no estrangeiro.

Segundo Acilino Branco, as equipas de que fazem parte o STAE, Ministério dos Negócios Estrangeiros e a Cooperação (MNEC), Comissão Nacional de Eleições (CNE) e Serviço de Registo e Notariado estão a ultimar os preparativos para levarem por diante todo o processo de recenseamento.

“Ainda desconhecemos o total do orçamento previsto para o recenseamento eleitoral”, disse o diretor-geral à Tatoli, via telefone.

O dirigente recordou que, na proposta do orçamento previsto para a atividade em causa a ter lugar no estrangeiro, os técnicos encetaram um diálogo para analisarem as necessidades, os custos dos bilhetes de avião, transporte dos equipamentos do recenseamento e, por último, as verbas destinadas à formação e quarentena para os técnicos visados.

O diretor manifestou, por outro lado, o desejo de que possa em breve receber o resultado final acerca do montante do orçamento, lembrando ainda que existem cerca de seis mil eleitores na Austrália, Coreia do Sul, Portugal, Inglaterra, entre outros.

Questionado sobre a partida das equipas técnicas rumo ao estrangeiro, o responsável adiantou que a inexistência de voos regulares em resultado da pandemia tem dificultado a confirmação das viagens por parte das equipas técnicas junto das agências de viagens.

“Acho que os elementos que compõem a equipa técnica se deslocarão em breve ao estrangeiro. Esta demora significa que não existe até agora nenhuma data fixa quanto à partida da equipa técnica”, referiu.

Acilino Branco sublinhou ainda que, segundo a informação veiculada pelo representante no estrangeiro, a Austrália e a Coreia do Sul mantêm a cerca sanitária em diversas regiões.

“São ao todo 30 pessoas que integram as equipas técnicas e partem rumo ao estrangeiro. Estão incumbidos de efetuarem o recenseamento eleitoral”, concluiu.

Recorde-se que o Conselho de Ministros aprovou, a 04 de agosto de 2021, a atualização do recenseamento eleitoral no estrangeiro bem como o respetivo calendário de operações para a eleição do Presidente da República em 2022.

O Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidélis Leite Magalhães, tinha antes revelado que a inscrição ou sua atualização no recenseamento eleitoral terá lugar entre 03 de setembro de 2021 e 14 de janeiro de 2022, um período mais longo do que o habitual por causa da pandemia da covid-19.

“A Resolução do Governo visa assegurar a realização das operações de recenseamento eleitoral no estrangeiro para permitir aos cidadãos timorenses que residem fora do país o exercício do seu direito de voto”, disse o ministro.

Segundo o governante, para além das missões diplomáticas e postos consulares, estas atividades vão igualmente decorrer em postos de recenseamento móvel na Austrália, na Coreia do Sul, em Portugal e no Reino Unido.

Em Timor-Leste, o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral lançou já, a 01 de julho, o recenseamento eleitoral e a atualização da base de dados para as eleições presidenciais no próximo ano.

O recenseamento e a atualização em causa abrangem todo o país.

Notícia relevante: Recenseamento eleitoral no estrangeiro entre setembro deste ano e janeiro de 2022

Jornalista: Domingos Piedade Freitas

Editora: Maria Auxiliadora

 

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