DÍLI, 19 de maio de 2020 (TATOLI) – O Presidente da Confederação de Sindicatos de Timor-Leste (CSTL), Almério Vila-Nova, revelou que, durante a vigência do estado de emergência, a CSTL registou 102 queixas de trabalhadores, a maioria das quais sobre questões salariais e demissões.
“Dos 102 casos registados pela CSTL, 27 eram relativos a demissões, 59 de problemas salariais, cinco da falta de condições de trabalho e proteção, cinco de aplicação [das regras] do estado de emergência, três sobre trabalho fora de horas, um de maternidade e outro de paternidade e um de discriminação”, disse hoje o Presidente da CSTL, Almério Vila-Nova, em Caicoli, Díli.
Segundo Almério Vila-Nova, entre os casos registados, 35 já foram resolvidos e os restantes estão a ser tratados.
“O total de casos alistados envolve 364 trabalhadores”, revelou.
O Presidente da CSTL adiantou também que, no período do estado de emergência, se registaram também seis disputas laborais.
A área com mais queixas registadas foi a do comércio, seguida da construção.
“A CSTL alistou 44 queixas no setor do comércio, 16 na indústria, 23 na construção, dez na hotelaria, oito em serviços públicos e um no trabalho doméstico”, disse.
Jornalista : Nelia Fernandes
Editora : Maria Auxiliadora




