DÍLI, 29 de novembro de 2022 (TATOLI) – A Diretora-Executiva da Organização Não–Governamental Estrela + de Timor-Leste, Inês Lopes, pediu ao Ministério da Saúde que alocasse um orçamento para combater as doenças transmissíveis no país.
“O Fundo Global disponibilizou um fundo aos programas de malária, de tuberculose e do VIH/SIDA ao Ministério da Saúde. Mas, o Governo deve também alocar um orçamento para combater estas doenças contagiosas. Estou preocupada com a falta de orçamento. Caso o Fundo Global cancele o seu apoio, como fica a situação?”, questionou a dirigente à Tatoli, no Palapaço, Díli.
Segundo a responsável, o Executivo tinha um compromisso de alocar 20% no Orçamento Geral do Estado para estes programas.
Inês Lopes lamentou que Timor-Leste tenha registado um aumento no número de casos da hepatite B. “É importante testar as grávidas para que se possa prevenir precocemente a possibilidade da transmissão de doenças contagiosas aos seus filhos”, advertiu.
A diretora apontou, pela negativa, um exemplo dum centro de saúde em Manatuto que não efetuou o rastreio das grávidas, circunstância que poderia ter consequências na saúde das crianças e das suas mães.
“A hepatite é uma doença transmissível e, por isso, precisa de se diagnosticar. Os pais também devem submeter-se a este teste”, acrescentou.
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Jornalista: Isaura Lemos de Deus
Editora: Maria Auxiliadora




