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Assanami apela à unidade e reflexão no Dia da Memória

Assanami apela à unidade e reflexão no Dia da Memória

O Vice-Primeiro-Ministro, Ministro Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro do Desenvolvimento Rural e Habitação Comunitária, Mariano Assanami Sabino. Foto da Tatoli/Egas Cristovão

DÍLI, 6 de dezembro de 2025 (TATOLI) – O dia 7 de dezembro de 1975 marca o início da invasão indonésia, data que, após aprovação do Parlamento Nacional, passou a designar-se Dia da Memória.

Ao recordar “este episódio amargo”, o Vice-Primeiro-Ministro, Ministro Coordenador dos Assuntos Sociais e Ministro do Desenvolvimento Rural e Habitação Comunitária, Mariano Assanami Sabino, destacou que a data é um momento importante de reflexão coletiva sobre o passado e de reafirmação dos valores que sustentam a independência do país.

O governante afirmou que o povo timorense se deve unir para prestar honra e glória aos heróis que lutaram com esforço e determinação pela terra timorense, recordando que passaram 50 anos desde a proclamação da independência, a 28 de novembro de 1975, e da subsequente invasão indonésia, ocorrida a 7 de dezembro, que provocou inúmeras mortes em Díli, nas zonas fronteiriças e noutras localidades.

“As mortes e os sacrifícios do povo tornaram-se a base da determinação que permitiu que Timor-Leste alcançasse o direito à autodeterminação”, sublinhou o Vice-Primeiro-Ministro, após acompanhar o Primeiro-Ministro, Xanana Gusmão, ao Aeroporto Internacional Nicolau Lobato, em Díli.

Assanami referiu que o dia 7 de dezembro deve servir como “reflexão profunda” para as novas gerações. “A nossa história deve reforçar os nossos valores e princípios. Com a nossa liberdade, paz e boa convivência, devemos eliminar as vinganças do passado, como as torturas que nos negaram a liberdade”, afirmou.

O governante acrescentou que a história transmitida às novas gerações deve fortalecer o compromisso com um país que rejeita conflitos incluindo divisões internas. “Devemo-nos unir e reforçar a unidade nacional e a coesão social. Podemos ter partidos e organizações diferentes, mas temos apenas uma raiz e somos um só povo. Juntos, desenvolveremos cada vez melhor o nosso país”, concluiu.

Notícia relevante: Lú Olo: “07 de dezembro inspira-nos a continuar obras iniciadas”

Jornalista: Ivonia da Silva

Editora: Isaura Lemos de Deus

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