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INTERNACIONAL, EDUCAÇÃO

Ideal de liderança feminina em concurso para meninas

Ideal de liderança feminina em concurso para meninas

Meninas timorenses (Fonte: stuff.co.nz)

DÍLI, 05 de outubro de 2023 (TATOLI) – A Embaixada dos Estados Unidos da América abriu um concurso para meninas menores de 18 anos desenharem uma imagem que evoque O que significa liderança feminina para ti? ou Quem é a mulher ou menina que te inspira?

Os desenhos devem ser feitos numa folha A4, digitalizados em formato jpg e enviados, junto com o nome da autora e declaração de autorização parental, para o endereço de email PADili@state.gov até às 16h do próximo dia 06.

As vencedoras serão anunciadas no dia 11 de outubro no site e no Facebook da Embaixada dos Estados Unidos da América, data em que se celebra o Dia Internacional da Menina. Este dia chama a atenção para a necessidade de se discutir os problemas que as raparigas enfrentam e de promover o seu fortalecimento enquanto pessoa e o respeito no cumprimento dos seus direitos humanos.

Este dia foi criado pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, via Resolução 66/170, visando reconhecer os perigos e consciencializar para os direitos das meninas e os desafios únicos que elas enfrentam a nível global. Soluções para os problemas enfrentados globalmente pelas meninas têm sido dinamizados, especialmente no sudeste asiático, pela organização não-governamental Plan International, que tem chamado a atenção para desigualdades de género que incluem áreas como o acesso à educação, à nutrição, aos direitos legais, aos cuidados médicos, à proteção contra a discriminação e ao combate à violência de género.

Em alguns países da Ásia e do continente africano com especial foco nos últimos anos, organizações não-governamentais têm-se centrado na consciencialização para o problema da excisão (mutilação genital feminina) e dos casamentos de meninas combinados e forçados contra a sua vontade. Combate ao estereótipo da obrigação, desde cedo, de cuidar das lides domésticas, dos irmãos mais novos em detrimento de frequentar a escola, também está na lista de problemas a combater.

As Nações Unidas têm propalado a mensagem de que as meninas têm direito a uma vida segura, educada e saudável, não só durante estes anos críticos de formação, mas também à medida que se tornam mulheres. Advoga-se que se as meninas e adolescentes forem apoiadas de forma eficaz têm potencial para mudar o mundo, não só como mães, empresárias, mentoras, mas também como líderes.

Por outro lado, alguma investigação nas áreas da sociologia e antropologia tem revelado que as micro competências demonstradas na gestão doméstica de uma casa não são radicalmente diferentes, na sua génese, daquelas que estão na base da gestão de empresas, de instituições da administração local e até de contextos mais vastos.

Jornalista: Afonso do Rosário

Editora: Isaura Lemos de Deus

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