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Parceria entre MS e OMS elenca preparativos para vacinação contra sarampo, rubéola e cancro de colo do útero

Parceria entre MS e OMS elenca preparativos para vacinação contra sarampo, rubéola e cancro de colo do útero

Ministra da Saúde, Odete Freitas. Imagem TATOLI/Egas Cristóvão.

DÍLI, 06 de janeiro de 2023 (TATOLI) – A Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS) elencaram hoje um conjunto de preparativos tidos como necessários para uma campanha de vacinação contra o sarampo, a rubéola e o cancro de colo do útero, a levar a cabo num futuro próximo.

A Ministra da Saúde, Odete Belo, no âmbito do encontro anual de avaliação das atividades do ministério que tutela, em 2022, disse que as vacinas contra as doenças em causa visam proteger as mulheres e reforçar a imunidade das crianças.

“Vamos realizar nas próximas semanas uma campanha de vacinação para que as crianças desenvolvam a sua imunidade e se tornem mais saudáveis. Introduzimos ao mesmo tempo a vacina contra papilomavírus humano”, afirmou a ministra.

Por sua vez, o representante da OMS em Timor-Leste, Arvind Mathur, disse que a campanha em causa é prioritária, pois é mais importante prevenir do que curar.

“A vacina protege as crianças face a problemas respiratórios, do pulmão, entre outros. Vamos distribuir também suplementos de vitamina A e albendazol para as crianças de modo a prevenir a deficiência daqueles elementos. A campanha vai decorrer em todo o território”, disse.

Notícia relevante: Mais de 90 mil crianças tomam vitamina A

O MS e a OMS apelam a todos os meios de comunicação social que contribuam para a divulgação de informações sobre a campanha em causa para que a população, especialmente aquele que é destinatária, possa participar ativamente.

Recorde-se que a OMS da Região do Sudeste Asiático tinha dito que os Estados-membros como o Bangladesh, a Índia e Timor-Leste iriam introduzir a vacina contra o colo do útero. São justamente estes três Estados-membros que vão introduzir brevemente a vacina contra cancro do colo do útero. Paralelamente, o Butão, a Indonésia, as Maldivas, Mianmar, o Sri Lanka e a Tailândia já introduziram a vacina contra o papilomavírus humano (HPV) para proteger as mulheres.

O Diretor Regional da OMS para o Sudeste Asiático, Poonam Khetrapal Singh, tinha afirmado que a vacinação contra o HPV, o rastreio,o tratamento de lesões pré-cancerosas e a melhoria do acesso ao diagnóstico e tratamento de cancro seriam medidas apropriadas e até críticas, que os decisores políticos devem aplicar urgentemente para eliminar aquela doença, já encarada como um problema de saúde pública.

Jornalista: Jesuína Xavier

Editora: Maria Auxiliadora

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