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Presidente da Autoridade de Díli reconhece que capital carece de higiene

Presidente da Autoridade de Díli reconhece que capital carece de higiene

A Presidente da Autoridade do Município de Díli, Guilhermina Filomena Saldanha.

DÍLI, 07 de outubro de 2022 (TATOLI) – A Presidente da Autoridade Municipal Díli, Guilhermina Filomena, reconheceu hoje que a capital continua suja pela falta consciência da população que deita lixo em ribeiras e em lugares inapropriados.

“O Município de Díli continua sujo, nomeadamente em alguns lugares da capital. Mesmo assim, a autoridade municipal continua a esforçar-se para limpar melhor a cidade”, disse Guilhermina Filomena, na sede do município de Díli.

A dirigente salientou ainda que o Governo tentou fazer tudo para contribuir para uma melhor higiene na capital. No entanto, a população não cumpre as regras do Decreto-Lei n.º 32/2008 de 27 de agosto, sobre as normas de higiene.

“Em alguns artigos [do Decreto-Lei n.º 32/2008 de 27 de agosto] sobre as regras para a população colocar o lixo na lixeira no horário estabelecido, entre as 04h e as 07h, as pessoas não cumprem. Penso, por isso, que esta atitude contribui para a falta de higiene na capital”, lamentou.

“Ter uma cidade mais higiénica, depende de cada pessoa. A responsabilidade não é apenas do Governo. Todas as pessoas que vivem na capital, tem que se preocupar com esta questão”, referiu Guilhermina Filomena.

A dirigente salientou ainda que o Governo tem o Programa Mão de Obra do Posto Administrativo (PMOPA) que recruta algumas pessoas para limparem o lixo das valetas. “Mas, segundo as observações dos funcionários do município de Díli, há sempre lixo nas valetas”, questionou.

Já o Diretor do Serviço Municipal de Água, Saneamento e Ambiente, Hermínio Moniz Ribeiro, adiantou que a população na capital continua a deitar o lixo em lugares inapropriados, por falta de consciência das pessoas.

“Peço, por isso, ao Governo que crie um novo decreto-lei para dar enfâse à aplicação de sanções e contraordenações”, concluiu Hermínio Moniz Ribeiro.

De acordo com os dados de 2015, produzem-se diariamente, em Díli, cerca de 200 toneladas de lixo.

Notícia relevante: Governo precisa regime jurídico de contraordenação para sancionar população que deita lixo fora da lixeira

Jornalista: Domingos Piedade Freitas

Editora: Maria Auxiliadora

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One Comment

  1. Com todo o respeito e admiracao pelo vosso trabalho, no meu mais humilde parecer, e uma questao de educacao e educacao civica. O problema de Dili nao e so o lixo, e necessario legislacao para um planeamento urbanistico com cabeca, tronco e membros. Dili esta a arrebentar pelas costelas, fazem-se “barracas” nos mais perigosos lugares. Sendo a capital do pais isso e muito feio. Eu ainda me lembro que ate Lisboa tinha o bairro da lata, o casal ventoso etc…mas estamos no seculo 21, no comeco da criacao de Timor, e necessario criar as estruturas para o futuro tambem.
    Eu sou natural de Dili, Timor Leste. Ita mos bele!

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