iklan

INTERNACIONAL, HEADLINE, NOTÍCIAS DE HOJE

PR insiste em Timor-Leste como local para o gasoduto de GNL

PR insiste em Timor-Leste como local para o gasoduto de GNL

Presidente da República, José Ramos Horta. Imagem Tatoli/Francisco Sony.

DARWIN, 11 de setembro de 2022 (TATOLI) – O Presidente da República (PR), José Ramos Horta, manifestou a sua preferência em relação às opções que Timor-Leste tem para a localização do gasoduto de gás natural liquefeito (GNL) do projeto Greatar Sunrise.

O Chefe de Estado defendeu, na Austrália, que o plano de desenvolvimento do GNL do projeto Greater Sunrise se deve situar em Timor-Leste, pois a distância da fonte do gás é mais próxima de Timor-Leste do que aquela comparando comDarwin.

“Atualmente, existem 80% do gás. Reconhecemosinternacionalmente que esta reserva de gás está mais perto de Timor-Leste. Preferimos, por isso, a planta do GNL para o nosso país. Este foi o nosso plano nos últimos 20 anos”, afirmou Ramos Horta, numa visita ao Centro Nacional de Cuidado Crítico e Trauma, em Darwin.

O Chefe de Estado explicou ainda que a o plano de desenvolvimento do projeto da plataforma no país se baseou em estudos que consideraram os critérios daviabilidade, exequibilidade e, obviamente, numa decisão política.

Ramos-Horta especificou que a escolha se baseia na “adequação tecnológica, na viabilidade, na exequibilidade e ainda na previsibilidade de resultados do ponto de vista comercial e financeiro”

Posição igual teve o Primeiro-Ministro a respeito do plano de desenvolvimento do projeto do Greater Sunrise. Taur Matan Ruak declarou que a empresa Woodside defende os seus interesses, mas Timor-Leste também. A nossa posição é clara. O plano de desenvolvimento do GreaterSunrise deve ser em Timor-Leste, porque a Austrália já tem as plataformas em Bayu Undan.

Note-se que no consórcio do Greater Sunrise, a empresa pública Timor Gás e Petróleo (Timor GAP) tem uma participação de 56,56%, a Woodside (operadora) de 33,44% e a Osaka Gás de 10%. Acresce que, de acordo com o Tratado das Fronteiras Marítimas, se o gasoduto for para a Austrália, Timor-Leste recebe 80% das receitas e a Austrália 20%. Se o gasoduto se destinar a Timor-Leste, o país recebe 70% dessas receitas e a Austrália 30%.

Jornalista: Rafy Belo/Tradutor: Domingos Piedade 

Editor: Evaristo Martins

iklan
iklan

Leave a Reply

iklan
error: Content is protected !!