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Docente da UNTL pede a Governo que aprove Política Nacional dos Oceanos

Docente da UNTL pede a Governo que aprove Política Nacional dos Oceanos

Pesquisador e docente do Departamento de Pescas e Ciências Marinhas da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL), Mário Soares Cabral.

DÍLI, 09 de junho de 2022 (TATOLI) – O pesquisador e docente do Departamento de Pescas e Ciências Marinhas da Universidade Nacional de Timor Lorosa’e (UNTL), Mário Soares Cabral, pede ao Governo que aprove a Política Nacional dos Oceanos (PNO).

Mário Cabral recordou que o objetivo da PNO é proteger a biodiversidade marinha e que, em 2017, o Governo de Timor-Leste anunciou o seu compromisso em adotá-la, mas até ao momento ainda não a aprovou.

“Espero que o Conselho de Ministros aprove a PNO antes da 2.ª Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, coorganizada pelos governos do Quénia e de Portugal”, informou Mário Cabral à Tatoli, no Campus da UNTL, em Hera.

O pesquisador adiantou que a aprovação da política em causa vai contribuir para a implementação do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 14 (ODS14) – “Conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável”.

“A visão da Política Nacional dos Oceanos é assegurar um oceano saudável e seguro que apoie a subsistência e prosperidade dos timorenses de uma forma justa e equitativa. Temos, por isso, de proteger todas as espécies, sobretudo as endémicas em risco de extinção”, afirmou.

Mário Cabral salientou que a PNO define as prioridades oceânicas nacionais e apresenta um plano de implementação detalhado para se proteger 30% das terras e oceanos até 2030.

O docente sublinhou ainda que o documento foi elaborado por um grupo de trabalho especializado em desenvolvimento de políticas, com o apoio da Parceria em Gestão Ambiental para os Mares do Leste Asiático (PEMSEA, em inglês) e do Centro Nacional Australiano para os Recursos e Segurança Oceânica (ANCORS).

Com a Política Nacional dos Oceanos de Timor-Leste pretende-se: trabalhar em colaboração com as instituições relevantes; assegurar jurisdições nacionais e exercer direitos soberanos sobre oceanos; autenticar uma economia azul diversificada; reforçar a defesa natural; investir nos recursos humanos e, por último, aumentar a resiliência das comunidades e recursos vulneráveis.

Notícia relevante: Horta pede que se protejam os oceanos

Jornalista: Afonso do Rosário

Editora: Maria Auxiliadora

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