DÍLI, 01 de outubro de 2021 (TATOLI) – A missão do Serviço Católico de Assistência (CRS, em inglês) em Timor-Leste dura há mais de quatro décadas e, em colaboração com várias confissões religiosas, tem providenciado formação a nível comunitário nas áreas da agricultura, resposta a emergências e recuperação, saúde, nutrição e construção da paz.
A gestora da CRS, Yane Tamonab Pinto, disse que, desde a sua existência no país, o organismo prestou serviço comunitário a 36 mil timorenses.
“A CRS é uma organização católica com presença em Timor-Leste há mais de 40 anos. Colaboramos com várias confissões religiosas, providenciamos assistência nas áreas da saúde, nutrição e agricultura”, informou a gestora da CRS, Yane Tamonab Pinto, à Tatoli, em Fatuhada.
A gestora revelou ainda que “a situação atual da pandemia tem um impacto na nossa missão, mas continuamos a fornecer os serviços de saúde à comunidade no combate à transmissão da covid-19”.
A existência da CRS em Timor-Leste data do período da ocupação indonésia, em 1979, com a missão principal de apoiar o programa de resposta a emergências.
Após o referendo sobre a independência de 1999, este serviço, em coordenação com a igreja, forneceu assistência às famílias afetadas pela violência praticada pelas milícias pró-Indonésia.
Jornalista: Afonso do Rosário
Editor: Zezito Silva




