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Trabalhador timorense morre na Coreia do Sul

Trabalhador timorense morre na Coreia do Sul

DÍLI, 06 de junho de 2020 (TATOLI) – O Diretor Nacional de Emprego Exterior da Secretaria de Estado para a Formação Profissional e Emprego (SEFOPE), Filomeno Soares, disse hoje que um trabalhador timorense, Carlito Pereira, faleceu na Coreia do Sul devido a doença, segundo uma informação preliminar.

“De acordo com a informação do adido de Timor-Leste na Coreia do Sul, esta pessoa terá morrido por doença, mas ainda não há confirmação do motivo da sua morte. Carlito Pereira é do Município de Suai, Posto Administrativo de Zumalai”, disse o Diretor Nacional do Emprego Exterior da SEFOPE, à Agência TATOLI, via telefone.

Questionado sobre o processo de trasladação do corpo para Timor-Leste, Filomeno Soares referiu que os dois países vão cooperar no sentido de resolver a questão, pois as ligações aéreas estão encerradas.

“Com a situação da covid-19, os espaços aéreos entre as nações estão condicionados, não permitindo que os voos sejam efetuados. Os governos de ambos os países continuam, no entanto, a cooperar no sentido de encontrar uma solução que permita garantir a trasladação do corpo” referiu.

Filomeno Soares salientou ainda que a SEFOPE tomará em consideração todos os trabalhadores timorenses a residirem na Coreia do Sul, cujo contrato de trabalho chegou ao seu termo.

“Agora, estamos ainda a tratar dos contratos dos trabalhadores que viram o prazo caducar. O objetivo é fazê-los regressar a Timor-Leste, incluindo o corpo de Carlito Pereira. Por causa da doença do novo coronavírus, o Governo timorense aguarda ainda o evoluir da situação atual para repatriar os trabalhadores timorenses”, afirmou.

Segundo os dados da SEFOPE, cerca de 60 cidadãos timorenses a residirem na Coreia do Sul viram os seus contratos de trabalho expirar.

A SEFOPE disponibiliza um orçamento no valor de 94 mil dólares para o repatriamento dos trabalhadores timorenses que vivem na Coreia do Sul e na Austrália e cujos contratos de trabalho já caducaram. Para tal, a SEFOPE pretende cooperar com o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MNEC) de modo a agilizar o processo de repatriamento.

Jornalista: Natalino Costa

Editora: Julia Chatarina

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