DÍLI, 27 de abril de 2020 (TATOLI) – O Diretor de Operações do g7+, Félix Piedade, manifestou, em representação dos países membros da organização, solidariedade para com os países afetados pela pandemia da covid-19.
Félix Piedade recordou que a crise sanitária provocada pelo novo coronavírus constitui uma ameaça global que já causou a morte de milhares de pessoas em todo o mundo. Sugere, por isso, que todos os países fomentem a cooperação com o g7+ no sentido de suster a propagação da covid-19.
“Em nome de todas as nações que integram o g7+, manifestamos solidariedade para com todos os países afetados pela crise pandémica e os profissionais de saúde que estão na linha da frente, sacrificando as suas vidas”, disse Félix Piedade, à Agência TATOLI, ontem.
O diretor apelou ainda que fosse prestado todo o apoio a quem necessita dele, lembrando a iniciativa do Secretário-Geral das Nações Unidas (ONU) de reforçar o auxílio a países que atravessam atualmente maiores dificuldades devido à crise sanitária, com impacto negativo para a sua economia.
“Peço a todas as nações que deem as mãos para reforçar as instituições de saúde com o objetivo de responder à situação difícil por que passam todos os profissionais de saúde, nomeadamente no que diz respeito aos cuidados médicos dos doentes infetados com a covid-19. Além disso, é preciso dar uma maior atenção aos refugiados que vivem horas difíceis e aos países que registam uma certa contração da economia, incluindo Timor-Leste”, afirmou.
Recorde-se que o g7+, com sede em Lisboa, Portugal, é uma organização internacional, intergovernamental que visa promover a entreajuda de alguns dos países mais vulneráveis do mundo.
O g7+, fundado em 2010 por sete nações, é atualmente composto por 20 países de África, da Ásia-Pacífico, das Caraíbas e do Médio Oriente – Afeganistão, Burundi, Chade, Comores, Costa do Marfim, Guiné, Guiné-Bissau, Haiti, Iémen, Ilhas Salomão, Libéria, Papua Nova Guiné, República Centro-Africana, República Democrática do Congo, São Tomé e Príncipe, Serra Leoa, Somália, Sudão do Sul, Timor-Leste e Togo.
Jornalista: Hortencio Sanchez
Editor : Agapito dos Santos




