DÍLI, 23 de novembro de 2023 (TATOLI) – O Instituto Nacional de Farmácia e Produtos Médicos (INFPM) revelou ter um défice de 18% no suprimento de medicamentos com consequências evidentes no fornecimento dos mesmo às infraestruturas de saúde e, em última instância, nos tratamentos aos pacientes.
Diligências foram, então, feitas pelo que o Governo para resolver este problema. O Executivo alocou seis milhões de dólares americanos no Orçamento Retificativo (OR) de 2023 para a aquisição destes fármacos.
A este propósito, a Ministra da Saúde, Élia Amaral, afirmou que a falta de medicamentos já se regista desde o Governo anterior, altura em que o INFPM apenas detinha 32% daquilo que seria um suprimento de fármacos desejável. Foi, portanto, da iniciativa da ministra a ideia de reforçar o orçamento com vista à aquisição de medicamentos necessários ao serviço nacional de saúde.
O Tribunal de Contas, entretanto, emitiu, em tempo útil curto, um visto prévio positivo permitindo, desse modo, agilizar o instituto a adquirir os fármacos deficitários. Élia Amaral reagiu dizendo: “Agradecemos muito a decisão do Tribunal das Contas, porque agora o Ministério da Saúde pode processar urgentemente a compra de medicamentos”.
A ministra agradeceu também as críticas construtivas dos deputados das bancadas da oposição relativamente à falta de fármacos no INFPM, por entender que a falta de um suprimento suficiente de medicamentos prejudica, de facto, o tratamento dos pacientes nos hospitais e noutras estruturas de saúde.
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Jornalistaː Domingos Piedade Freitas
Editoraː Isaura Lemos de Deus




