DÍLI, 4 de fevereiro de 2026 (TATOLI) — A Organização Mundial de Saúde (OMS) em Timor-Leste entregou esta quarta-feira, a primeira unidade de produção de oxigénio medicinal do país ao Hospital Nacional Guido Valadares (HNGV).
A infraestrutura, em Bidau, permite que, pela primeira vez, o sistema público de saúde produza o seu próprio oxigénio medicinal.
A este propósito, mais de 30 profissionais estão a frequentar uma formação, até ao dia 5 deste mês, sobre a operacionalização e a manutenção da central de oxigénio.
Segundo o Representante da OMS em Timor-Leste, Arvind Mathur, a nova unidade constitui um passo decisivo rumo à produção local. “O oxigénio medicinal é um medicamento que salva-vidas e para o qual não existe substituto”, afirmou.
De acordo com Arvind Mathur, a formação permitirá ainda à equipa do HNGV identificar profissionais com maior capacidade para assumirem o papel de pontos focais da central de oxigénio, assegurando responsabilidade, continuidade e excelência na sua operação.
Por sua vez, o Diretor-Executivo do HNGV, Nuno Vital, agradeceu à OMS e aos parceiros, salientando que, até agora, o hospital era obrigado a adquirir todo o oxigénio utilizado através de fornecedores externos.
Equipa da Tatoli




