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Filipus Pereira e Guilhermina Saldanha em sintonia: vendedores ambulantes e de mercados de Díli precisam de condições para operar negócios

Filipus Pereira e Guilhermina Saldanha em sintonia: vendedores ambulantes e de mercados de Díli precisam de condições para operar negócios

Equipa de Gestão de Mercado e Ministro do Comércio e Indústria, Filipus Nino Pereira, observam mercado de Manleuna. Fotografia da Tatoli/António Daciparu.

DÍLI, 11 de agosto de 2023 (TATOLI) – O aumento do número de vendedores ambulantes e de comerciantes nos mercados de Manleuana e Taibessi e os problemas daí decorrentes (falta de condições e de espaço nos locais próprios e uso dos espaços públicos para vender) mereceram, da parte do Ministro do Comércio e Indústria, Filipus Nino Pereira, e da Presidente da Autoridade Municipal de Díli (AMD), Guilhermina Saldanha, uma concordância na necessidade de resolver a situação. Esta atitude foi visível na reunião de terça-feira.

Filipus Pereira revelou compreender o problema e concretizou estar em sintonia com a presidente da AMD: “Estamos preocupados porque há muitos vendedores ambulantes espalhados pela cidade e muitos nos dois maiores mercados de Díli. Precisamos de encontrar soluções para que os vendedores possam exercer a sua profissão num local seguro e adequado” .

Para o governante, uma das soluções passa pela ampliação do mercado de Manleuana em dois hectares e pela construção do de Taibesi. Este último tem 12 hectares e, segundo o ministro, está a ser subaproveitado. “Os comerciantes precisam de ser tratados com dignidade, pelo que o mercado de Manleuana precisa efetivamente de ser alargado, até porque o Governo anterior já tinha adquirido um terreno para o fazer. Já sobre o mercado de Taibessi, vamo-nos coordenar com as autoridades das terras e propriedades, para, nos 12 hectares, construirmos um mercado semi-moderno”.

A este propósito, Filipus Nino Pereira solicitou à Autoridade Municipal de Díli e aos vendedores que se coordenassem na senda de um esforço para resolver o problema e, num ambiente assim caracterizado,  apontou o papel do Executivo: “o Governo vai assegurar e regular as negociações, desde que se coordenem entre si.”

Sabe-se que o Governo vai incluir a ampliação do mercado de Manleuana no plano de ação anual para 2024. A este respeito, Guilhermina Saldanha garantiu que parte do orçamento retificativo que for alocado à Autoridade de Díli será canalizado para melhorar as infraestruturas existentes.

“Apesar de a lei ser clara no que toca à proibição de atividades comerciais à beira da estrada e à beira-mar”, Guilhermina Saldanha, por seu turno, referiu compreender a situação dos comerciantes, sobretudo a dos ambulantes que “vendem nas ruas porque são obrigados, porque têm de sustentar as suas famílias. Estamos perante um problema económico: ou vendem nestas condições ou esperam por um apoio do Governo”.

Para o efeito, a dirigente explicou que é preciso reorganizar os locais de venda existentes, asseverando que, “apesar da maioria de os comerciantes achar que os estamos a despejar, a autoridade está apenas a pedir-lhes uma atitude de cooperação para que juntos possamos cuidar da nossa capital. Embora muitas pessoas digam que Díli pertence às autoridades, não, Díli pertence a todos os que cá vivem, por isso temos a obrigação de manter a capital limpa e organizada”.

Notícia relacionada: Transferência de vendedores ambulantes para Manleuana é desejo assumido

Equipa da TATOLI

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