DÍLI, 24 de fevereiro de 2023 (TATOLI) – A construção da Cidade Universitária de Aileu levou a que 29 famílias tivessem de ser realojadas e, em consequência disso, tivessem direito a uma indemnização. No entanto, o valor proposto pelo Executivo para aquela não agradou às famílias, por o considerarem demasiado baixo.
Posto isto, o Ministro do Ensino Superior, Ciência e Cultura, Longuinhos dos Santos, informou que qualquer pessoa que se sinta lesada pode livremente apresentar uma reclamação e que a sua tutela estará disponível para as receber e analisar. “Gostaria de informar que as 29 famílias afetadas pelo projeto podem apresentar queixa, o ministério está disponível para tentar resolver o assunto”, informou aos jornalistas, em Díli.
Ainda assim, Longuinhos dos Santos apelou às famílias para não impedirem o desenvolvimento da obra, pois esta pretende “melhorar a qualidade do ensino para as novas gerações”, acrescentando que “o futuro dos jovens e o interesse nacional também são prioridades do Governo”.
O governante recordou ainda que, desde o lançamento da primeira pedra da construção, o ministério da tutela realizou vários encontros com a comunidade e com os líderes locais de Aileu para que apoiem o plano da construção.
Atente-se que aquelas 29 famílias estavam inseridas num universo de 44 residências, 58 plantações e terras, envolvendo 102 habitantes, todos afetados pela área de construção da Cidade Universitária de Aileu. Para este efeito, tinham sido alocados cerca de 1.037 milhões de dólares.
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Jornalistas: Tomé Amado/ Afonso do Rosário
Editor: Câncio Ximenes/ Editora: Isaura Lemos de Deus




