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MNEC apresenta proposta a MF para repatriamento de sete jovens timorenses

MNEC apresenta proposta a MF para repatriamento de sete jovens timorenses

Diretor dos Assuntos Consulares e das Comunidades Timorenses, Hermínio Pinto.

DÍLI, 11 de agosto de 2022 (TATOLI) – O Diretor dos Assuntos Consulares e das Comunidades Timorenses, Hermínio Pinto, informou que o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (MNEC) apresentou uma proposta ao Ministério das Finanças (MF) para disponibilizar uma verba para o repatriamento de sete trabalhadores timorenses que se encontram atualmente na Indonésia.

“Apresentamos uma proposta no valor de 15 mil dólares para apoiar o processo de repatriação, mas o pedido ainda não foi aprovado”, adiantou Hermínio Pinto à Tatoli, na Praia dos Coqueiros, em Díli.

O dirigente explicou que o montante da verba em causa provém da dotação para todo o Governo.

“O dinheiro vai ser utilizado para comprar bilhetes de Jacarta para Bali, alojamento durante dois dias em Denpasar e para um voo para Díli”, afirmou.

Questionado sobre se as agências têm de devolver o montante gasto pelo Estado, o diretor esclareceu que a resposta “é da responsabilidade da Polícia Investigação Criminal (PCIC)”.

“A nossa função é prestar assistência consular aos cidadãos timorenses caso eles enfrentem problemas no estrangeiro. No que respeita à agência, se ela vai ou não devolver o dinheiro do Estado, não é da responsabilidade do MNEC”, declarou.

Questionado também sobre a situação de 13 jovens timorenses se sentirem abandonados na Alemanha, Hermínio Pinto revelou que o MNEC tinha coordenado com o Embaixador de Timor-Leste em Bruxelas uma recolha de informação visando, em última instância, um eventual repatriamento.

“O nosso Embaixador na Bélgica está a lidar com a situação enfrentada pelos nossos jovens na Alemanha. De acordo com as informações que obtivemos, eles estão a passar por dificuldades financeiras por não terem encontrado trabalho”, concluiu.

Recorde-se que, em assunto relacionado, sete mulheres timorenses alegavam estar a ser exploradas e a viver ilegalmente no Dubai, Emirados Árabes Unidos. Segundo as mesmas, a entidade empregadora teria confiscado os seus documentos e obrigado as mulheres a trabalhar sem contrato e a viver em condições desumanas.

Jornalista: Afonso do Rosário

Editora: Maria Auxiliadora

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