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OMS compromete-se a combater a hepatite no Sudeste Asiático

OMS compromete-se a combater a hepatite no Sudeste Asiático

Imagem do Google.

DÍLI, 27 de julho de 2022 (TATOLI) – A Organização Mundial de Saúde (OMS) comprometeu-se, no âmbito do Dia Mundial de Hepatite, a combater a doença na região do Sudeste Asiático até 2030.

Num comunicado, a OMS sugere aos países do Sudeste Asiático que se acelere a cobertura dos serviços de testes e tratamentos, incluindo a adoção em larga escala de tecnologias inovadoras, de abordagens simplificadas ao nível dos cuidados de saúde primários e da participação da comunidade.

Segundo a mesma fonte, todas as pessoas vulneráveis devem fazer o despiste à hepatite para que aquela seja identificada precocemente.

“Esta é uma componente crucial na busca da erradicação da hepatite viral como uma ameaça para a saúde pública até 2030, uma meta estabelecida globalmente”, referiu a fonte a que a Tatoli teve hoje acesso.

De acordo com os dados da OMS, cerca de 354 milhões de pessoas sofrem de hepatite B e C e a cada 30 segundos uma morre.

“O Sudeste Asiático tem 20% da carga de morbidade global da hepatite. Estima-se que, em 2019, 218 mil pessoas morreram devido à hepatite na região. As causas de cerca de 95% das mortes estão relacionadas com cirroses e cancros hepáticos causados pelo vírus da hepatite B e C”, acrescentou.

No que toca à prevenção desta doença, é importante que a população tenha uma alimentação saudável, hábitos de higiene, acesso a água potável e saneamento.

“Os países do Sudeste asiático precisam de se concentrar na vacinação contra a hepatite B, bem como no acesso a sangue seguro, sexo seguro e uso seguro de agulhas para proteger a hepatite B e C”, disse.

A região do Sudeste Asiático lançou, em 2016, o seu plano de ação para a Hepatite Viral, entre 2016 e 2021, e nove países alcançaram mais de 90% de cobertura da terceira dose da vacina contra a hepatite B. Mais, concretamente, e de acordo com a OMS, outros níveis de sucesso são ainda mais notáveis já que “quatro países alcançaram a meta de controlo da hepatite B resultando num valor de menos de 1% de seroprevalência entre as crianças com mais de cinco anos”.

Notícia relevante: Ministério da Saúde quer combater hepatite

Jornalista: Isaura Lemos de Deus

Editora: Maria Auxiliadora

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