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Após falha, CNE não realiza sessão de perguntas em português no debate público

Após falha, CNE não realiza sessão de perguntas em português no debate público

Dezasseis candidatos presidenciais participam em debate público.

DÍLI, 16 de março de 2022 (TATOLI) – O Presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), José Agostinho Belo, reconheceu que a CNE não conseguiu, no âmbito do debate público, não conseguiu realizar a sessão de perguntas em língua portuguesa, porque o tempo se esgotou.

 “O debate foi muito longo e os candidatos acusaram cansaço. A sessão de perguntas em português não se pode realizar”, realçou o presidente, no Hotel Novo Turismo, em Díli.

Segundo o dirigente, apesar de não se ter feito a sessão em língua portuguesa, outras perguntas foram respondidas, por isso, o público pode tomar a sua decisão no próximo dia 19 de março.

José Belo referiu ainda que com as mensagens e argumentos dos candidatos os eleitores podem refletir e votar em consciência.

O responsável referiu que a organização utilizou tecnologia de qualidade, mas não conseguiu prever a falha técnica, por isso, pediu desculpa ao público.

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“Peço desculpa a todos os candidatos e ao povo pelo problema técnico. Esta situação aconteceu, ainda assim devemos pensar positivo e melhorar no futuro”.

O debate público dos 16 candidatos presidenciais começou às 20h00 e terminou por volta 02h30.

Falha técnica na transmissão do debate público

O Presidente da Comissão Nacional de Eleições reconheceu falha técnica de 45 minutos, na transmissão do debate, no entanto, referiu que é normal.

“Penso que o problema em causa não prejudicou a transmissão da informação dada pelos candidatos, pois a equipa técnica do GMNTV solucionou o problema”, disse o presidente em declarações aos jornalistas, no Hotel do Novo Turismo, em Díli.

Já o porta-voz do candidato Ramos Horta, Tomas Cabral, lamentou as falhas ocorridas, pois prejudicaram a visualização do debate público.

“Considero este problema grave. Peço, por isso, ao Estado que [num próximo debate] a organização  preveja este problema e o solucione de forma rápida”, referiu.

Já o presidente da equipa de sucesso do candidato Lere Anan Timur, Hugo Fernandes, mostrou-se preocupado com esta situação.

“A CNE organizou o debate, pagou o montante proposto pelo GMNTV, mas falhou no objetivo final”, referiu.

O presidente da equipa de sucesso salientou ainda que algumas perguntas não foram bem formuladas, pois a resposta não seria da competência de um Presidente da República.

“Algumas perguntas da CNE eram dirigidas ao Governo.  Por isso, considero que não tinham consistência”, referiu.

Já Virgílio Guterres ‘Lamukan’, candidato presidencial, disse não prestar declarações em relação à falha técnica. Optou por recordar que tinha sugerido que o debate se realizasse no salão de Laline-Lariguto.

Constatou-se ainda que o Hotel Novo Turismo não tem infraestruturas suficientes para receber um evento desta natureza.

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Jornalista: Domingos Piedade Freitas

Editora: Maria Auxiliadora

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