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Empresa Luse Laque com mais de mil rebentos da fruta-cobra em Caraubalu

Empresa Luse Laque com mais de mil rebentos da fruta-cobra em Caraubalu

O proprietário da empresa Luse Laque, Luís Ribeiro

DÍLI, 04 de novembro de 2021 (TATOLI) – A Empresa Luse Laque cultiva mais de mil rebentos da fruta-cobra no Suco de Caraubalu, do Município de Viqueque.

Segundo o proprietário da empresa, Luís Ribeiro, o produto será vendido nos municípios de Baucau, Díli e Viqueque.

“Tenho três hectares de horta, sendo que um já está ocupado com mais de mil rebentos da fruta-cobra. Pretendo vender o produto nos mercados de Baucau, Díli e Viqueque”, afirmou Luís Ribeiro à Tatoli, em Olobai, Viqueque.

Recorde-se que o Ministro Coordenador dos Assuntos Económicos, Joaquim Amaral, e o Diretor-Executivo do Instituto de Apoio ao Desenvolvimento Empresarial (IADE), Filomeno Belo, acompanhados pelas autoridades locais, visitaram, a 30 de outubro de 2021, o suco para colocarem uma placa de investimento a fim de apoiar a empresa nas suas futuras atividades.

O empresário contou que cultiva, desde a ocupação da Indonésia, a fruta-cobra, depois de ter frequentado uma formação sobre o assunto, na Indonésia, em 1993.

“Frequentei uma formação sobre o cultivo de árvores de fruto, como laranja e fruta-cobra, na ilha de Celebes, na Indonésia. Quando regressámos de lá, em 1994, eu e os meus colegas comprámos na viagem três quilogramas das sementes da fruta-cobra. Comemos alguns e aproveitei os restantes para serem cultivados na minha horta. Desde então, dedico-me a esta atividade”, lembrou.

De acordo com Luís Ribeiro, tem, então, vendido cada quilograma da fruta por cinco dólares americanos para o sustento familiar, incluindo para a construção da sua casa.

Luís disse ainda que não recebeu qualquer apoio da organização não-governamental nem do Governo.

“Nunca tive o apoio do Executivo. O Governo colocou recentemente a placa para nos auxiliar nas nossas futuras atividades”, afirmou.

“O desafio da empresa é que a horta tem estado sem proteção permanente e, por isso, gastamos anualmente 75 dólares americanos para construir uma cerca em madeira”, concluiu.

Jornalista: Vitorino Lopes da Costa

Editora: Julia Chatarina

Tradutora: Jesuína Xavier

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