(In memorian de Max Stahl)
Por:
Vicente Paulino
Neste chão sagrado de Timor,
Nesta terra do sol nascente,
Nesta terra do crocodilo voador,
O seu nome fique recordado,
Como documento dourado.
Neste chão sagrado de Timor,
Amigo meu e timores seu ser,
Lutou com máquinas e imagens,
Acordando o mundo dormido,
P’ra ver um povo sofredor
que grita p’ra ser feliz no viver livre.
Neste chão sagrado de Timor,
Montanha Ramelau envia o recado,
Montanha Matebiam responde,
Que nosso jornalista está aqui,
Amigo de Timor que fazia voar
as dores timores ao mundo.
O mundo viu e reagiu,
Afinal, os timores estavam sofrer.
Ninguém ouviu a sua dor,
Obrigado Max pelo testemunho,
Suas imagens voadas no ar,
Falavam de um povo que defendia sua pátria.
Neste chão sagrado de Timor,
O jornalista, amigo de Timor,
Está aqui em memória,
Grande homem que merece
última homenagem louvada.
Neste chão sagrado de Timor,
Filhos da pátria libertada,
Aclamam o seu nome,
Jornalista, amigo da terra verde.
Homem de solidariedade que sua alma
fique no coração dos timores.





Um poema com sentido extremamente profunda.