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OMS pede sensibilização para problema da hepatite

OMS pede sensibilização para problema da hepatite

DÍLI, 28 de julho de 2021 (TATOLI) – A Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu a todas as entidades para sensibilizarem a comunidade e combaterem a hepatite.

O responsável da OMS em Timor-Leste, Arvind Mathur, disse que o Dia Mundial da Hepatite decorrerá a 28 de julho, por isso as entidades timorenses deverão necessariamente sensibilizar a sociedade para o problema da hepatite.

“O tema deste ano é “A hepatite não pode esperar”. Há uma vítima mortal a cada 30 segundos por hepatite. Mesmo com a crise da covid-19, não podemos esperar para agir contra o vírus desta doença”, disse hoje o responsável da OMS em Timor-Leste, Arvind Mathur, no seu discurso, no Hotel Novo Turismo.

Segundo o responsável, a eliminação e o controlo dos vírus da hepatite B e C, um dos alvos, deveriam ser alcançados em todos os países, incluindo Timor-Leste.

“Um futuro sem hepatite pode ser alcançado com o esforço de todos. A OMS apela a todos os países para trabalharem juntos a fim de eliminar até 2030 a hepatite viral como uma ameaça à saúde pública”, adiantou.

Arvind Mathur referiu que a infeção da hepatite B crónica (HBV) é uma condição que raramente se resolve na totalidade, por isso, a OMS dá ênfase especial às estratégias de prevenção com a administração de uma dose da vacina contra a hepatite B logo após o nascimento e três doses na infância.

O representante disse que a infeção da hepatite C crónica (HCV) é agora completamente curável com medicamentos introduzidos recentemente, denominados “agente antivirais de ação direta”.

“O medicamento é administrado por via oral e é muito eficaz, seguro e fácil de usar, ou seja, as pessoas podem tomá-lo mediante receita, mas sem supervisão médica”, salientou.

O responsável considerou que a divulgação e o envolvimento da população e organizações da sociedade civil são a chave e continuam a ser uma das principais prioridades em linha com os compromissos do diretor regional da OMS para o Sudeste Asiático, a fim de promover a igualdade e alcançar a saúde universal.

O banco de sangue dos hospitais em Timor-Leste regista, em geral, uma prevalência de 6,5%  de hepatite B nas análises de sangue. Contudo, não há um fundo monetário específico para a realização do teste da hepatite.

Jornalista: Jesuína Xavier

Editor: Zezito Silva

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