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MAP lança hoje exportação de produtos locais para Indonésia e Tailândia

MAP lança hoje exportação de produtos locais para Indonésia e Tailândia

MAP lança hoje exportação de produtos locais para Indonésia e Tailândia. Imagem Tatoli/Egas Cristóvão.

DÍLI, 15 de junho de 2021 (TATOLI) – A Direção Nacional de Quarentena e Biossegurança do Ministério da Agricultura e Pescas (MAP) lançou hoje a exportação dos produtos locais para a Indonésia e Tailândia.

O MAP trabalha, no âmbito da covid-19, em parceria com as empresas locais e internacionais de acordo com o tema “Promovemos e Elevamos a Produção Agrícola para a Exportação” com destino à Indonésia e à Tailândia.

O Diretor Nacional de Quarentena e Biossegurança, Venâncio Oliveira, afirmou que o ministério atribuiu já a licença de autorização às empresas exportadoras dos produtos locais.

“Esta licença foi atribuída de acordo com os requisitos de cada país. Se não a tiverem, não vão receber os nossos produtos. Iniciámos em 2004. Realizámos esta atividade em resposta à pandemia da covid-19 e queremos mostrar que temos produtos locais para serem exportados”, disse o dirigente à margem do lançamento da exportação dos produtos locais, em Colmera, Díli.

Segundo o responsável, a exportação em causa pretende motivar os grupos de agricultores a continuarem a sua produção.

A empresa Proloka vai exportar quatro contentores de inhame pata de elefante para a Tailândia e a Tuli Star exportará nogueira de iguape numa camioneta de caixa aberta para Kupang e Surabaia, na Indonésia.

“A maioria dos produtos é café robusta e arábica, nogueira de iguape e coco seco. Há dois tipos de nogueira de iguape, uma com casca e outra sem. Estes possuem também diferença de custos”, acrescentou.

As empresas adquiriram nogueira de iguape entre os 0,25 centavos e 1,25 por quilograma, enquanto que o coco seco custa 40 centavos por quilograma, o inhame de pata de elefante custa entre os 0,30 centavos e os três dólares americanos, as algas marinhas 0,75 a 0,85 centavos e o café entre 1,50 e três dólares americanos.

Também o Diretor da Same Diak, Café Timor e Proloka, Tji Vu Sing, afirmou que a sua empresa vai exportar quatro contentores de inhame pata de elefante para a Tailândia.

“Comprei mais de 600 toneladas de café. Adquiri também nogueira de iguape, inhame pata de elefante, grãos de café e café em pó. Desde o ano passado, comprei no total mais de 600 toneladas. Este ano, a minha empresa exportará quatro contentores de inhame pata de elefante”, disse.

O dirigente lembrou ainda que a sua empresa tinha antes exportado os produtos locais para a China, Indonésia e Tailândia.
“A maioria dos empresários estrangeiros prefere adquirir inhame pata de elefante seco. Há dois tipos deste produto, como o inhame seco e fresco. O preço deste produto varia entre si”, acrescentou.

De acordo com Tji Vu Sing, a maioria dos agricultores começou a cultivar o inhame pata de elefante porque tem um preço mais elevado.

“Devemos ver a qualidade do produto do inhame pata de elefante. Se tiver qualidade, compramos ao custo de três dólares por quilograma. Mas este valor depende do preço no mercado internacional”, concluiu.

Notícia relevante: Embaixada da Austrália, MAP e setor privado discutem exportação do inhame pata de elefante

Jornalista: Isaura Lemos de Deus

Editora: Maria Auxiliadora

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