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Timor-Leste celebra Dia Nacional da Mulher

Timor-Leste celebra Dia Nacional da Mulher

DÍLI, 03 de novembro de 2020 (TATOLI) – Timor-Leste celebrou ontem, 3 de novembro, o Dia Nacional da Mulher, que tem por base o homicídio de Maria Tapo, falecida junto à fronteira, enquanto lutava pela independência.

De acordo com a nota a que a Tatoli teve acesso, Maria Tapo, mulher combatente e corajosa que contribuiu para a libertação nacional até à sua morte, simboliza o papel fundamental que as mulheres desempenham na sociedade timorense. A sua contribuição pela independência serviu para demonstrar a todos os combatentes que a mulher assume também um papel relevante na resistência pela libertação nacional.

“Conhecida por Maria Tapó, foi uma mulher corajosa que, fazendo uso da sua arma, enfrentou os  ataques dos militares indonésios. Acabaria por falecer a 3 de novembro de 1975, em Tapó, Bobonaro”, lê-se no comunicado do Pálacio Presidencial.

O comunicado afirma ainda que a celebração do Dia Nacional da Mulher, assinalado a 3 de novembro, constitui um momento de reflexão sobre o papel importante que as mulheres assumem na sociedade, valorizando as suas qualidades enquanto elemento participativo no desenvolvimento do país.

Como refere ainda o comunicado, as mulheres fizeram parte do processo de luta pela libertação nacional. Todavia, as mulheres necessitam, hoje em dia, de ter as mesmas oportunidades que os homens, oportunidades para enriquecerem a sua competência  técnica e científica através do acesso pleno à educação a fim de obterem um emprego qualificado, além de assumirem responsabilidades na tomada de decisões ao nível do Estado.

A nota sublinha de igual modo que, embora Timor-Leste celebre anualmente  o Dia Nacional da Mulher, o papel que é dado às mulheres é ainda diminuto, lembrando as funções de mãe, sobretudo no  assumir das responsabilidades da família, confeção de alimentos nutritivos, cuidados de saúde das crianças, entre outras.

De acordo com os dados, no último recenseamento de 2015, dos cerca de 1.3 milhões de habitantes, 600 mil são mulheres a quem o Estado ainda não prestou a devida valorização na sua participação durante a luta pela independência.

TATOLI

 

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