DÍLI, 25 de agosto de 2020 (TATOLI) – A Ministra da Saúde (MS), Odete Maria Freitas Belo, disse que Timor-Leste está sem casos de transmissão local de covid-19, pelo que sugeriu que se mantivesse o trabalho já efetuado, nomeadamente no controlo e vigilância nas zonas fronteiriças, medida esta que “perante a nova normalidade, evita a importação do vírus para o país”.
“Não havendo casos de transmissão no nosso país, não existirão mortes causadas pela covid-19. A OMS disse que Timor-Leste deve ser resiliente no combate ao vírus de forma a cumprir o protocolo do OMS e do Ministério da Saúde”, disse a governante, no âmbito da cerimónia de entrega de equipamentos de proteção individual, em Kampung Alor, Díli.
A ministra referiu ainda que, para serem resilientes, as pessoas devem seguir as regras de higienização e as orientações emanadas pela OMS para evitar que, caso o vírus esteja presente no país, alastre.
“Ao mantermos uma coordenação estreita entre o Ministério da Saúde, instituições relevantes e parceiros, poderemos responder à nova normalidade”, afirmou.
Já o Representante da OMS, Rajesh Pandav, disse que a nova normalidade imposta pela crise sanitária provocada pela covid-19 obriga a que sejam garantidas as normas de contenção para fazer face a esta pandemia.
“Precisamos de ter em mente três questões: travar a transmissão local, reduzir a mortalidade e envolver a comunidade, assumindo maior responsabilidade. Todos têm responsabilidade no cumprimento das regras, como lavar as mãos, manter o distanciamento físico, usar a máscara e ficar em casa sempre que não tiverem nenhuma atividade importante”, afirmou.
Recorde-se que o Diretor Nacional do Apoio do Serviço Hospitalar e Emergência, Nílton da Silva, tinha antes dito que a equipa do MS, o PNUD e vários parceiros se deslocaram à zona fronteiriça, uma vez que se trata do portão principal de entrada.
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“O Ministério da Saúde realizou, através da equipa da covid-19, uma avaliação e elaborou um plano com vista à implementação de medidas de prevenção e de controlo nas fronteiras”, disse recentemente Nilton da Silva, em Caicoli, Díli.
“Fazemos com que as pessoas cumpram as normas sanitárias, como garantir o distanciamento social, a lavagem das mãos, o cumprimento da quarentena, além de se assegurar o controlo das entradas e saídas de pessoas junto à fronteira”, afirmou.
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Jornalista: Maria Auxiliadora
Editor: Zezito Silva




