DÍLI, 17 de junho de 2020 (TATOLI) – O Ministro da Defesa e Ministro do Interior em Exercício, Filomeno da Paixão, afirmou que o Serviço de Migração de Timor-Leste se coordenou com as embaixadas do Vietname e da Indonésia para deportar os 13 cidadãos estrangeiros que deram à costa no ilhéu de Jaco.
O governante lembrou que os 13 cidadãos de nacionalidade estrangeira, 11 vietnamitas e dois indonésios, desembarcaram, a 12 de junho, no ilhéu de Jaco, no Posto Administrativo de Tutuala, Município de Lautém, por aparente falta de combustível da embarcação.
“Após cumprirem o confinamento obrigatório durante 14 dias, envidaremos todos os esforços para que o processo de deportação seja efetuado logo que possível junto das embaixadas”, disse Filomeno da Paixão, esta quarta-feira, no Palácio do Governo.
O Ministro da Defesa recordou ainda que, no momento em que os imigrantes ilegais deram à costa no ilhéu de Jaco numa pequena embarcação, a equipa da Unidade da Resposta Rápida de Sala de Situação do Centro Integrado de Gestão de Crise (CIGC) juntamente com a Polícia Nacional de Timor-Leste (PNTL) detiveram prontamente os 13 indivíduos e conduziram-nos até Díli a fim de cumprirem a quarentena.
“Quando cumprirem os 14 dias de quarentena, serão posteriormente conduzidos às respetivas embaixadas, porque infringiram a lei, tendo entrado ilegalmente no território de Timor-Leste”, referiu.
Recorde-se que o porta-voz do CIGC, Rui Maria de Araújo, tinha antes afirmado que os 13 cidadãos em causa efetuaram já os testes de despistagem da covid-19, tendo os resultados dado negativo.
O grupo de imigrantes ilegais saiu da cidade de Kendari, província de Sulawesi Tenggara, Indonésia, a bordo de uma embarcação, vindo a desembarcar no ilhéu de Jaco devido à falta de combustível.
Jornalista: Florêncio Miranda Ximenes
Editora: Julia Chatarina




