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Pessoas em quarentena não podem ser discriminadas

Pessoas em quarentena não podem ser discriminadas

Hotel Novo Horizonte. Imagem/Cipriano Colo.

DÍLI, 23 de março de 2020 (TATOLI) – O Diretor do Gabinete da Política de Cooperação do Ministério da Saúde, Narciso Fernandes, pediu ao público que não discriminasse as pessoas em quarentena e lembrou que esta tem como função observar o estado de saúde daqueles que vêm do estrangeiro, o que não significa que estejam infetados pelo novo coronavírus.

As afirmações de Narciso Fernandes surgem na sequência dos protestos de habitantes do suco de Metiaut contra a presença de timorenses e estrangeiros que terão de ficar em quarentena, durante 14 dias, no Hotel Novo Horizonte.

“Os nossos amigos ficarão em quarentena durante 14 dias. Se não tiverem sintomas [de COVID-19], podem voltar para as suas casas. Caso apresentem sintomas, como tosse e constipação, devemos levá-los para o centro de isolamento. A quarentena é, deste modo, essencialmente para observação”, disse o diretor aos jornalistas.

Narciso Fernandes recordou ainda que o centro de quarentena não é um local para o tratamento do COVID-19 e, “por isso, o público não pode criar mal-entendidos e conflitos”. Quando se verificam sintomas, o doente é levado para isolamento.

“Em isolamento, se o teste de laboratório ter positivo de COVID-19, é que é levado para tratamento”, afirmou.

Segundo Narciso Fernandes, neste momento, mais de 80 pessoas estão também em quarentena no Hotel Audian, em Díli.

Jornalista : Hortencio Sanchez
Editor : Agapito dos Santos

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