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Seropositivos timorenses ainda sentem “estigma e discriminação”

Seropositivos timorenses ainda sentem “estigma e discriminação”

DÍLI, 01 de dezembro de 2020 (TATOLI) – Os portadores de VIH/SIDA em Timor-Leste continuam a viver numa “situação de estigma e discriminação”, que se sente tanto na família como na população em geral, afirmou o responsável da Organização Não-Governamental (ONG) Estrela+ de Timor-Leste, Hérman Martins, no âmbito do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, assinalado a 01 de dezembro.

“A Estrela+ está, por isso, a envidar todos os esforços para trabalhar em conjunto com a ONG Maluk Timor e o Ministério da Saúde de modo a porem fim ao estigma e discriminação em relação aos portadores de VIH/SIDA em Timor-Leste”, afirmou o responsável, em Lecidere, Díli.

Recorde-se que o MS registou, entre 2003 e setembro deste ano, 1.256 casos de infeção com o vírus, sendo que 799 são homens e 457 mulheres.

Já 148 seropositivos morreram e, entre os atuais casos ativos, apenas 47% fazem tratamento.

Já o responsável da Comissão Organizadora para a Comemoração do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, Jerónimo Fernandes, disse que foi levado a cabo um seminário ligado às questões do VIH/SIDA junto dos jovens estudantes para adquirirem conhecimentos para a prevenção da doença.

O evento contou também com a presença de académicos da Universidade Nacional Timor Lorosa’e, do Instituto de Tecnologia de Díli, da Universidade da Paz, e do Instituto Empresarial bem como de jovens dos Prémios Rotários de Liderança Juvenil em Timor-Leste.

Jornalista: Nelia Fernandes

Editora: Maria Auxiliadora

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