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Ana Paula Xavier é a primeira timorense a representar o país em programa de liderança em tecnologia na Nova Zelândia

Ana Paula Xavier é a primeira timorense a representar o país em programa de liderança em tecnologia na Nova Zelândia

— A Diretora-Executiva da empresa nacional Similie, Ana Paula Xavier. Foto da Tatoli/Egas Cristóvão

DÍLI, 5 de maio de 2026 (TATOLI) — A Diretora-Executiva da empresa nacional Similie, Ana Paula Xavier, vai representar o país num programa de liderança empresarial em tecnologia na Nova Zelândia, organizado pela Asia New Zealand Foundation.

A Similie é uma empresa tecnológica, especializada na recolha, gestão e análise de dados, utilizando tecnologias de Inteligência Artificial e Internet das Coisas. A empresa fornece soluções como sistemas de alerta precoce de desastres naturais, gestão de dados e serviços de consultoria para o Governo e Organizações Não-Governamentais.

Numa entrevista à Tatoli, Ana Paula Xavier revelou que partirá para a Nova Zelândia este mês para participar na iniciativa que tem foco no desenvolvimento de novos líderes empresariais no setor tecnológico, bem como na criação de redes de contacto entre empresários da ásia.

A responsável acrescentou que é a primeira pessoa de Timor-Leste a ser selecionada para este programa, representando também as mulheres timorenses na criação de ligações de negócios com líderes tecnológicos de vários países da região.

Segundo Ana Paula Xavier, o processo de seleção do programa é altamente competitivo, com apenas oito participantes escolhidos anualmente entre numerosos candidatos, explicando que tomou conhecimento da inscrição através da Embaixada neozelandesa no país. “Candidatei-me e após dois meses fui incluída numa lista reduzida, sendo finalmente selecionada como uma das oito participantes”, explicou.

A Diretora-Executiva referiu que a sua estadia na Nova Zelândia representa também uma oportunidade para ampliar o seu conhecimento sobre o ecossistema tecnológico do país. “O objetivo é criar redes de contacto com empresas e organizações, especialmente no setor tecnológico, assim como aprender sobre o ecossistema tecnológico da Nova Zelândia e analisar o que pode ser adaptado em Timor-Leste”, concluiu.

Jornalista: Cidalia Fátima/Tradução: Equipa da Tatoli

Editora: Armandina Moniz

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