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ECONOMIA, HEADLINE

Para Liquiçá quer-se um polo de desenvolvimento local

Para Liquiçá quer-se um polo de desenvolvimento local

Vice-Primeiro-Ministro e Ministro do Desenvolvimento Rural e Habitação Comunitária, Mariano Assanami Sabino. Foto da Tatoli/Egas Cristovão

DÍLI, 13 de dezembro de 2024 (TATOLI) – Viveiros de piscicultura, uma cafetaria, campos desportivos, espaços de lazer e iniciativas de turismo comunitário estão entre as valências que se querem criadas na aldeia de Mota-Ikun, suco Mota-Ulun (Kaitehu), em Liquiçá, num polo de desenvolvimento local gerido pelos locais.

Este projeto de atividades integradas foi lançado oficialmente pelo Vice-Primeiro-Ministro e Ministro do Desenvolvimento Rural e Habitação Comunitária, Mariano Assanami Sabino, no dia 8 de dezembro de 2024.

A ideia é fortalecer o desenvolvimento económico e social da comunidade local através de iniciativas integradas e sustentáveis numa iniciativa que, de acordo com Mariano Assanami Sabino, está alinhada com a estratégia do Governo de fomentar o crescimento económico a nível local e de promover a organização comunitária.

Está também prevista a construção de um alojamento inspirado nas casas tradicionais do suco em causa e uma sala multiusos destinada a eventos como seminários e celebrações comunitárias.

“Com estas atividades, além de melhorar a economia da aldeia, temos como objetivo promover uma mudança de mentalidade na sociedade, incentivando o trabalho conjunto dentro de uma democracia participativa e uma organização comunitária mais forte”, destacou o Vice-Primeiro-Ministro, num comunicado a que a Tatoli teve acesso.

Para a concretização do projeto, o Governo, através do Ministério do Desenvolvimento Rural e Habitação Comunitária, alocou um orçamento de 50 mil dólares americanos. O empreendimento será gerido pelos habitantes da aldeia, assegurando que os rendimentos gerados possam ser reinvestidos noutras iniciativas locais. Assim sendo, o Vice-Primeiro-Ministro apelou à comunidade para cuidar do projeto com responsabilidade, alertando que, em caso de má gestão, a aldeia poderá não beneficiar de futuros projetos.

O Ministério, referiu Assanami, continuará a prestar assistência, incluindo com eventuais ações de formação destinadas a tornar apta a comunidade para gerir o projeto de uma forma sustentável, garantindo assim um desenvolvimento económico ainda mais sólido e eficaz para a aldeia.

Estiveram presentes na cerimónia o Secretário de Estado da Pecuária, José Vieira de Araújo, o Diretor-Geral de Desenvolvimento Rural, Filipe Cardoso, o Diretor de Habitação Comunitária, o Diretor-Geral de Assuntos Corporativos, representantes da Secretaria de Estado das Cooperativas, o Presidente da Autoridade Municipal de Liquiçá, autoridades locais, membros da comunidade e outros convidados.

Jornalista: Domingos Piedade Freitas

Editor: Rafael Belo

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