DÍLI, 21 de fevereiro de 2023 (TATOLI) – A “Torre Eiffel” na montanha de Dare completou três anos de existência. A réplica do monumento, que busca trazer um pouco da atmosfera parisiense para as terras timorenses, tornou-se um símbolo de um turismo comunitário bem-sucedido, tendo já sido visitado por milhares de turistas.
Localizado no estabelecimento conhecido como Laletek Catarosa, o espaço é administrado pelo empresário Rosalino Gerónimo e sua família. O empreendedor contou que, inicialmente, fez um empréstimo de 20 mil dólares ao Banco Nacional de Timor-Leste (BNCTL).
Comprou uma microlete e, com o lucro obtido com o transporte de passageiros e mais o que sobrou do empréstimo, começou a fazer modificações no local em que vive com os familiares.
Limparam o espaço, investiram na jardinagem, reabilitaram a moradia e espalharam algumas estruturas pela área. Além da Torre Eiffel, há no local um balão, um barco e um miradouro, com uma bela vista da cidade de Díli.
A entrada custa 50 centavos para crianças e 1 dólar para adultos. O empreendimento também é arrendado para festas de casamento, aniversário e celebrações em geral. Em determinadas ocasiões, a família chega a lucrar mais de 500 dólares por dia, relatou Rosalino.
O empresário pensa em tornar o local ainda mais atrativo. Para isso, pretende construir uma piscina e uma cafeteria no espaço.
Em setembro do ano passado, a Vice-Ministra do Turismo, Comércio e Indústria, Inácia Teixeira, informou que o Governo pretendia disponibilizar 200 mil dólares americanos para desenvolver projetos viáveis de turismo comunitário.
“O Governo quer a população a desenvolver e a gerir os seus próprios projetos. Peço a todos os grupos que elaborem orçamentos de projetos de turismo comunitário responsáveis”, afirmou na ocasião.
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Equipa da TATOLI




