DÍLI, 14 de fevereiro de 2021 (TATOLI) – O Ministério da Saúde (MS) está a cooperar com a Organização Mundial de Saúde (OMS) no desenvolvimento de um plano detalhado para a administração da vacina, que inclui a formação de profissionais de saúde.
“Começamos a formação para médicos dos 12 municípios bem como para a RAEOA sobre Eventos Adversos Após a Vacinação [AEFI, em inglês]”, disse o Representante da OMS, Arvind Mathur, em Caicoli, Díli.
O responsável da organização internacional referiu ainda que a formação tem como objetivo saber administrar a vacina e explicar às pessoas os benefícios da vacinação.
“Na próxima segunda-feira, realizamos formação para diretores de saúde municipais sobre como mobilizar para a vacinação e formar equipas em cada município para que possam efetuar uma administração adequada e segura”, referiu.
Arvind Mathur adiantou também que se realizará ainda uma formação para profissionais de comunicação social para divulgação de informações sobre a vacinação.
Lembrou ainda que os grupos prioritários incluem a linha da frente, pessoas com mais de 65 anos e os que sofrem de doenças coronárias, diabetes, tuberculose, hipertensão, cancro e asma bem como os que estão em risco. Não serão vacinados menores de 18 anos.
Recorde-se que a OMS recomendou ao Estado timorense que recorresse à vacina da AstraZeneca por ter mais vantagens do que as outras duas, a da Pfizer e da Moderna, mas caberá ao Conselho de Ministros tomar a decisão.
Arvind Mathur acrescentou que as pessoas que forem vacinadas com a AstraZeneca poderão sentir alguns efeitos secundários, como febre entre 24 e 48 horas, dores no local da vacina ou de cabeça, prurido ou falta de apetite.
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Jornalista: Nelia Fernandes
Editora: Maria Auxiliadora




