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USAID disponibiliza quatro milhões de dólares para reforçar segurança alimentar

Diretora Climática da USAID, Gillian Caldwell. Fotografia Tatoli/Egas Cristovão.

DÍLI, 31 de janeiro de 2023 (TATOLI) – A representante da Agência Norte-Americana para o Desenvolvimento (USAID), Zema Semunegus, e o Secretário de Estado Pescas, Ilídio de Araújo, assinaram um acordo para reforçar a segurança alimentar em Timor-Leste.

O acordo prevê que o Governo dos Estados Unidos da América, através da USAID, disponibilize quatro milhões de dólares americanos para melhorar o sistema agroalimentar, o processamento  alimentos, o acesso dos agricultores aos mercados e o aumento da produção de alimentos nutritivos.

A Diretora Climática da USAID, Gillian Caldwell, informou que o projeto do reforço agroalimentar vai realizar-se nos municípios de Aileu, Ainaro, Baucau, Bobonaro, Covalima, Ermera, Lautem, Manatuto, Manufahi e Viqueque.  Agricultores,  mulheres, adolescentes e crianças de idade inferior de cinco anos são os destinatários do projeto, quer no tocante às atividades a empreender, quer nos benefícios para a saúde do consumo da produção resultante daquelas atividades.

“Os Estados Unidos da América orgulham-se por disponibilizar quatro milhões dólares para ajudar o povo timorense a superar a maior crise de segurança alimentar”, afirmou a responsável.

Gillian Caldwell referiu ainda que a USAID forneceu, “ao longo dos anos, mais de 323 milhões de dólares em assistência a Timor-Leste para que este possa seguir um caminho de próspero, saudável e independente”.

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O representante da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura  (FAO) em Timor-Leste, Rajendra Aryal, disse, por seu turno, que vai “a FAO vai dar assistência técnica para envolver as mulheres e os jovens na agricultura e na conservação das espécies”, garantiu o responsável.

O Presidente da República afirmou que os setores da agricultura e da alimentação são  prioridades. O  país deve desenvolver-se 100% nestas áreas investindo na agricultura, em água canalizada e na nutrição. “Peço a todos os parceiros internacionais que se concentrem em água canalizada, no saneamento e no desenvolvimento das áreas remotas.

José Ramos Horta assegurou que “temos recebido grandes fundos para vários programas, mas a agricultura tem [desenvolvido] pouco nos últimos 20 anos”.

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Jornalista: Jesuína Xavier

Editora: Maria Auxiliadora

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