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Timor-Leste e MCC assinam acordo para implementação de um pacto de cooperação

Timor-Leste e MCC assinam acordo para implementação de um pacto de cooperação

Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidélis Magalhães. Imagem Tatoli/Francisco Sony.

DÍLI, 16 de dezembro de 2022 (TATOLI) – O Governo timorense e a agência governamental americana Millenium Challenge Compact (MCC) assinaram hoje um acordo para a implementação de um pacto de cooperação para um programa de cinco anos com um montante de 484 milhões de dólares americanos.

O Ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Fidélis Magalhães, informou que este acordo é um passo importante para iniciar a implementação do MCC, assinado no mês de julho.

“O investimento incidirá sobre dois projetos principais, um na melhoria da educação e outro no sistema de abastecimento de água, saneamento e drenagem”, disse o ministro, numa conferência de imprensa, no Palácio do Governo, em Díli.

Segundo Fidélis Magalhães, o primeiro projeto permite melhorar a qualidade do ensino secundário, através da melhoria dos líderes escolares.

“O projeto visa também criar uma instituição de certificação para a primeira formação dos professores que se vai chamar Centro de Excelência. O centro tem como objetivo facultar formação e certificação aos docentes e aos dirigentes do ensino secundário”, frisou.

De acordo com o governante, o investimento na formação dos professores vai produzir estudantes do ensino secundário qualificados e prepará-los para competir no mercado de trabalho, bem como contribuir para o crescimento económico do país.

Fidélis Magalhães afirmou que o segundo projeto tem como objetivo reduzir a contaminação da água e dos solos para prevenir doenças. O projeto inclui a construção de uma fábrica de desinfetantes químicos para o sistema de abastecimento de água na capital.

“Inclui também um sistema central para o tratamento de água, a melhoria dos sistemas de drenagem em quatro municípios, a criação de um abastecimento de água e de esgoto para uso doméstico”, referiu.

O projeto pretende reduzir o risco de inundações e evitar impactos ambientais e socioecónomicos negativos, através da garantia de um sistema de gestão de abastecimento de água.

Jornalista: Isaura Lemos de Deus

Editora: Maria Auxiliadora

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