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INTERNACIONAL, NACIONAL

Ramos Horta contra universalização do subsídio do 13.º mês

Ramos Horta contra universalização do subsídio do 13.º mês

Presidente da República, José Ramos Horta. Imagem Tatoli/Francisco Sony.

DÍLI, 29 de setembro de 2022 (TATOLI) – O Presidente da República timorense, José Ramos Horta, disse hoje que preferia que a atribuição do subsídio do décimo terceiro (de 200 dólares) fosse apenas direcionada às famílias mais carenciadas e aos funcionários com salários mais baixos.

“Tenho duas opções. Numa o Governo daria o subsídio apenas à população mais carenciada e aos funcionários públicos com salários baixos. E a outra opção seria cada pessoa ter a consciência individual para ajudar outras pessoas”, opinou Ramos Horta, no Aeroporto Internacional Nicolau Lobato.

A este respeito, Ramos Horta sugeriu um valor para o qual não se receberia qualquer tipo de apoio social: “A qualquer pessoa que ganhe um salário de mais de mil dólares, melhor seria atribuir os subsídios aos mais pobres”.

O Chefe do Estado referiu ainda que, da sua parte, disponibilizou metade do seu vencimento, oferecendo-o a organizações que dão apoio a pessoas mais necessitadas. No caso concreto, Ramos Horta especificou que entregou o dinheiro a um fundo especial na presidência para ser canalizado  a outras pessoas ou organizações necessitadas.

O Presidente recordou: “Já no [meu] primeiro mandato, ofereci sempre metade do meu salário para população mais desfavorecidas”, referiu.

O Presidente da República recordou que, em 2020, sugeriu ao Governo que limitasse a atribuição de subsídios a pessoas que tivessem um salário superior a 500 dólares.

Jornalista: Nelson de Sousa / Tradutor: Domingos Piedade Freitas

Editora: Câncio Ximenes

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