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OMS defende combate ao estigma contra doentes com lepra em Timor-Leste

OMS defende combate ao estigma contra doentes com lepra em Timor-Leste

Representante da Organização Mundial de Saúde (OMS) em Timor-Leste, Arvind Mathur. Imagem TATOLI/Egas Cristóvão.

DÍLI, 28 de janeiro de 2022 (TATOLI) – O representante da Organização Mundial de Saúde (OMS), Arvind Mathur, defendeu, no âmbito da celebração do Dia Mundial dos Leprosos, o combate ao estigma contra os doentes com lepra no país.

Segundo Arvind Mathur, o tema alusivo à celebração do Dia Mundial dos Leprosos  é “Unidos pela Dignidade”.

“É importante respeitar os doentes afetados com a doença da lepra. Queremos dar a conhecer a todas as pessoas que a doença é tratável, evitável, curável, e não merece ser tratada com estigma”, afirmou o dirigente, à Tatoli no seu escritório, em Caicoli, Díli,

O responsável referiu que os festejos realizados no município de Bobonaro, referentes ao dia em causa, contou com a presença  de elementos afetos ao Ministério da Saúde, Organizações Não Governamentais, Sociedade civil e entidades relevantes.

Arvind Mathur destacou, por outro lado, a importância de reconhecer o sofrimento a que os doentes com lepra estão muitas vezes sujeitos e garantir a sua assistência médica.

O responsável fez também um apelo aos populares que combatam o estigma e a discriminação contra os leprosos em Timor-Leste.

“Queremos partilhar experiências e histórias de uma forma enriquecedora, além de promover os seus direitos à vida, sem nenhum estigma”, acrescentou.

De acordo Arvind Mathur, a OMS financiou o evento comemorativo, assinalando o  Dia Internacional dos Leprosos.

Sublinhou, por último, a importância da celebração deste dia no sentido de reforçar a mensagem de prevenção, tratamento e reabilitação destes doentes em todo o território.

Recorde-se que as autoridades de saúde registaram, no ano anterior, 150 casos de lepra em oito municípios e na Região Administrativa Especial de Oé-Cusse Ambeno, sendo que Baucau conta com 30, Díli 28, Covalima 19, Ainaro 18, Manatuto 17, RAEOA 15, Liquiçá sete, Lautém dois e Viqueque um.

O Ministério da Saúde registou, desde o ano de 2000, mais de cinco mil leprosos, sendo que 1% viria a falecer.

Notícia relevante: MLTL: Fim do estigma e discriminação contra leprosos requer educação e sensibilização

Jornalista: Isaura Lemos de Deus

Editora: Maria Auxiliadora

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